Capitania dos Portos e Defesa Civil descartam onda gigante e tranquilizam popula - WSCOM

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Paraíba

21/06/2006


Capitania dos Portos e Defesa

A Capitania dos Portos, por meio do setor de segurança do tráfego aquaviário, informou ao WSCOM Online nesta quarta-feira, 21, que mesmo com o oscilante volume de chuvas registrado pela tábua de marés não há mudança no comportamento do mar. A elevação da tábua de maré se deve à intensidade dos ventos que chegam do Sudeste.

“Nesta quinta-feira, às 13h, ocorrerá a maior alta da maré do dia, atingindo 2,20m, contudo, as ondas do mar continuam reagindo da mesma forma”, informou o capitão dos Portos, Rogério Micucci.

Às 6h47, de amanhã, ocorre uma baixa da maré de 0,60m; às 13h, uma alta de 2,20m; uma baixa às 19h11, de 0,60m e uma alta às 23h34, de 2,10 metros.

Defesa Civil – O engenheiro da Defesa Civil, Lutgard Padilha, disse que a comunidade ribeirinha mais crítica, quando a maré sobe é a Jardim Mangueira, em Mandacarú.

“A situação dos moradores se torna crítica, quando a maré passa dos 2,60m, mas será contornada, assim que as casas do Colina do Sul (entre Grotão e Gramame) estiverem prontas. Eles serão os primeiros a ser relocados para lá”, assegurou.

A comunidade Tanque, na Ilha do Bispo também requer monitoramento ao ser alarmado a alta da maré, porém, Padilha frisou que como a maré está abaixo do índice preocupante, não há o que temer.

“Eles já convivem há tempos com esses períodos de maré alta, já sabendo como reagir”, garante.

Para os pescadores de pequenas embarcações, a recomendação da Capitania dos Portos, diz ele, é para redobrar os cuidados, evitando entrar no mar.

Entretanto, o engenheiro faz uma ressalva em casos de ocorrência de ventos fortes.

“Se houver ressaca do mar a situação se agrava, mas até o momento a Defesa não foi comunicada a respeito”, tranqüiliza.

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