Brasil fica mais consistente em conclusão, desarme e passe - WSCOM

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19/06/2006


Brasil fica mais consistente em

A comparação das estatísticas do instituto Datafolha indica que o Brasil foi mais consistente nos quesitos principais de rendimento em campo na partida contra a Austrália que na estréia contra a Croácia.

A seleção do técnico Parreira finalizou e desarmou mais contra a Austrália. Também perdeu menos bolas e acertou mais dribles, embora o aproveitamento nos passes e a posse de bola tenha diminuído.

As finalizações cresceram de 15 para 20, com Kaká mantendo sua média. Contra a Croácia, ele e Roberto Carlos foram os que mais chutaram a gol: quatro vezes cada. No jogo de domingo, Kaká voltou a finalizar quatro vezes, mesmo número de Adriano e Robinho (este, com apenas cerca de vinte minutos em campo).

Os desarmes aumentaram de 111 na estréia para 131 diante dos australianos. A precisão também foi maior: 67,2% de desarmes completos no segundo jogo, superando os 64% da partida anterior.

Lúcio, com 26 desarmes contra os australianos, superou os 23 de Émerson no primeiro jogo.

A seleção também perdeu menos bolas para os australianos (41) que contra os croatas (46), embora Adriano continue a ser o mais distraído: perdeu 13 bolas na estréia e oito neste domingo .

O Brasil fez menos passes no total (402 na estréia contra 385) e, proporcionalmente, errou mais (9,9% contra a Austrália contra 8% contra a Croácia).

Ronaldinho teve desempenho praticamente igual como passador mais preciso nas duas partidas (60 e 59 passes certos).

Nos passes errados, Roberto Carlos tinha sido o “campeão” na estréia com oito, e Juan foi o pior no domingo, mas com apenas cinco.

No total de atuações, que soma todas as intervenções de cada jogador na partida, Ronaldinho foi o mais acionado em ambas. Teve 98 participações contra a Croácia e 92 na segunda partida.

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