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Paraíba

27/03/2018


Blog de WS explica e expõe a dor em torno da morte de Onilma Moura Fernandes nesta terça

Com profundo pesar, o jornalista Walter Santos lamenta a morte da sua amiga e professora universirária Onilma Moura, ocorrida em João Pessoa nesta terça-feira (27).

Leia:

‘Onilma Moura Fernandes: uma Educadora se encanta na viagem de volta ao começo

 Para David, Yasmin, Flora e Alexander

Dor profunda se elastece do coração e juízo do amigo David Fernandes e familiares em diante nesta terça – feira de Semana Santa, ao nos depararmos com a morte morrida de Professora Onilma, Assistente Social eximia como fora sua mãe, minha amiga de lutas Wilma, companheira de Onivaldo Enéas Moura. Detalhe: no mesmo dia e motivo de falecimento de sua mãe, as duas falecidas aos 53 anos de vida.

Onilma viveu para se afirmar como Docente em muitos projetos realizados na UFPB, Prefeitura de João Pessoa e, mais recentemente na Universidade Federal de Roraima. Ela se preparava para se transferir definitivamente à UFPB mas, desde que chegou, uma semana atrás, só sentira dor profunda que a fez ser hospitalizada no HU.

POR QUE A DOR FRATERNA

Onilma é da mesma geração nossa do Castelo Branco, onde minha mãe, Maria Júlia, viveu relacionamento profundo de amizade com D. Wilma, minha amiga que com Paulo de Juazeirinho estudamos pro Vestibular, além de Dona Rita Rufino – mulher elegante, meu amigo Vavá e todos os filhos, queridos amigos.

 Vivemos muitas histórias juntos. Até que eles foram para o Amazonas e lá ficaram durante anos até o regresso. Coisas da inquietude indígena caririzeira de Vavá.

O ENCONTRO COM DAVID

Em algum tempo da vida, o Piauí que ofereceu Beto Brito e Magalhães foi o mesmo que fez existir com brilho a inquietude de David Fernandes, atual diretor do CCTA, em torno da UFPB, do DAC, do Castelo Branco e de Onilma.

É daí que surgem Yasmin, Flora – flores humanas e Alexander – todos de valor à altura dos pais.

É este contexto que me faz estar triste, muito triste, porque a partida acontecera exatamente na hora da chegada de reencontros que não se efetivaram.

Este é o fosso, a lacuna, o peito sagrando pela hora difícil que um dia será realidade de todos.

Só resta, então, agradecer por sua história e agradecer por seu Legado.’

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