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6/2/10 - 5:38 AM


Bloco Picolé de Manga abre Folia de Rua 2010 com Elba Ramalho estreando no carnaval pessoense


Com um público estimado em mais de 30 mil foliões, o Bloco Picolé de Manga abriu oficialmente a programação do Folia de Rua 2010, na noite da última sexta, 5 de fevereiro com um show memorável de Elba Ramalho, que estreou participação no carnaval paraibano, depois de 30 anos de carreira. O tradicional bloco, que já celebra sua 17ª edição, abrindo alas para o período de prévias carnavalescas em João Pessoa, neste ano inovou com dois pólos descentralizados de animação, um no Posto Tropicana, no Varadouro e o outro no Ponto de Cem Réis, onde a festa foi conduzida por Alceu Valença. De vários pontos dos arredores do Cordão Encarnado, no Centro da Capital, blocos filiados do Folia, além de mais sete grupos de frevo, entre bandas, troças, alaursas e orquestras animaram os foliões das adjacências conduzindo-os até o grande encontro dos estandartes dos blocos da Associação Folia de Rua, no “Foliódromo” do Picolé de Manga, no Posto Tropicana.

Com um público estimado em mais de 30 mil foliões, o Bloco Picolé de Manga abriu oficialmente a programação do Folia de Rua 2010, na noite da última sexta, 5 de fevereiro com um show memorável de Elba Ramalho, que estreou participação no carnaval paraibano, depois de 30 anos de carreira. O tradicional bloco, que já celebra sua 17ª edição e que sempre abre alas para o período de prévias carnavalescas em João Pessoa, neste ano inovou com dois pólos descentralizados de animação, um no Posto Tropicana, no Varadouro e o outro no Ponto de Cem Réis, onde a festa foi conduzida por Alceu Valença. De vários pontos dos arredores do Cordão Encarnado, no Centro da Capital, blocos filiados do Folia, além de mais sete grupos de frevo, entre bandas, troças, alaursas e orquestras animaram os foliões das adjacências conduzindo-os até o grande encontro dos estandartes dos blocos da Associação Folia de Rua, no “Foliódromo” do Picolé de Manga, no Posto Tropicana.

Segundo Luciano Cartaxo, diretor da tradicional agremiação, a ideia de descentralizar a festa do Folia de Rua, neste ano, foi seguir modelo dos carnavais de cidades como Olinda, onde troças e orquestras conduzem foliões rumo a concentrações de folia, onde quer que ela esteja. Com o lema ‘orquestra na rua e frevo no pé’ o bloco desta vez não saiu percorrendo as ruas do Centro com trios e orquestras de frevo, permanecendo apenas concentrado a espera do encontro dos estandartes e do show de Elba Ramalho. A apresentação da paraibana foi precedida por shows de Gracinha Teles e Regina Brown, clássicas puxadoras do Picolé de Manga, desde sua fundação. O estandarte do bloco, no seu décimo sétimo ano, foi concebido pelo artista Fred Svendsen. Para saudar a multidão, é claro, não faltaram os clássicos bonecos gigantes em formado de Picolé.

Estreando na programação carnavalesca da capital em grande estilo, Elba Ramalho demonstrou empolgação e orgulho por estar, pela primeira vez, em 30 anos de carreira, estrelando o Folia de Rua, ainda mais em sua abertura. “Tudo tem o seu tempo. Estou profundamente feliz e honrada de ter sido lembrada e convidada para estrear no carnaval pessoense, nessa festa tão bonita”, confessou Elba. Sobre o show, uma verdadeira “festa nordestina”, segundo a própria, Elba não deixou a desejar. Com um visual assinado pelo estilista campinense Ari Rodrigues – que já a vestiu anos antes, em outros carnavais – Elba entrou no palco por volta das 23 horas e emplacou um show eletrizante de aproximadamente duas horas. No repertório, clássicos do frevo, frevo canção e homenagens às estrelas saudosas, Dalva de Oliveira e Chico Science. O show de Elba contou ainda com uma participação especial de Chico César, que duetou com Elba, num bloco de mangue beats e pérolas do forró nordestino, que Elba fez questão de incluir no set list. Durante o show duas passagens curiosas: Elba se confraternizando no palco com o conterrâneo Durval, zabumbeiro campinense que acompanha Elba desde o início de sua carreira, no Rio de Janeiro; e ainda a presença de um fã emocionado, que invadiu o palco para cumprimentar Elba, mas foi contido pelos seguranças.

Com experiência de sobra nos carnavais mundo afora, Elba Ramalho fez no palco do Picolé de Manga uma espécie de prévia dos mais de 15 shows que fará no Recife neste carnaval, a começar por este sábado, 6 de fevereiro, quando canta ao lado de Daniela Mercury e Alceu Valença, entre outros artistas, no Baile Municipal do Recife, no Chevrolet Hall. “A expectativa de subir no palco é sempre a mesma, mas com o diferencial de que aqui em João Pessoa estou debutando no carnaval. Em Recife, onde ano passado fui madrinha, neste ano serei Rainha do Carnaval Multicultural, o que emociona muito”, comentou Elba, que antes de subir ao palco do Folia de Rua, ganhou das mãos de Luciano Cartaxo uma bela rede oriunda do artesanato paraibano.Elba Ramalho ganhando presente de Luciano CartaxoAmpliar imagem

As novidades no trajeto formato da abertura do Folia de Rua, mais especificamente o do bloco Picolé de Manga, além de atrair o seu público habitual – que a cada ano cresce, superando as expectativas – gerou uma certa polemica entre alguns foliões. Segundo o artista plástico e aderecista Adriano Bezerra, as mudanças não foram satisfatórias. “Acho que com essa centralização o bloco perdeu o caráter itinerante e pecou na atração de turistas. Como conhecer um pouco mais a cidade se o bloco não percorre o roteiro tradicional?”, questiona Adriano, que sempre acompanhou o Picolé de Manga, desde a concentração até a dispersão na Praça Antenor Navarro.

História – Para Luciano Cartaxo, diretor do Picolé de Manga, é sempre um prazer recordar o surgimento do bloco, quando ele era apenas uma ideia. “Tudo começou como uma grande brincadeira entre um grupo de amigos que saíram para brincar no bloco Muriçocas do Miramar, levando carrinhos de picolé e usando camisetas amarelas – em homenagem às belas mangueiras da capital. A partir daí veio a ideia de fazer os picolés de manga e a coisa começou a crescer até virar tudo isso aqui”, explica Luciano.

O Grupo Picolé de Manga, que não atua apenas no carnaval, mas durante o ano inteiro, promoveu duas ações promocionais do bloco. A primeira foi a segunda edição do Festival Gastronômico da Manga e a segunda foi a pré abertura do bloco, com a degustação de um picolé gigante, com 1,60m de comprimento, por volta do meio dia da sexta-feira, 5 de fevereiro, no local da concentração do bloco. A infra estrutura do bloco contou também com segurança reforçada e banheiros químicos ao longo do trajeto que liga o Varadouro ao Ponto de Cem Réis.

Jô Oliveira







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Enviado por: Wallison Relre Alves Costa

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