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Walter Santos

O colunista Walter Santos acumula a condição de jornalista, multimidia e diretor executivo do Grupo WSCOM - empresa pioneira no jornalismo na WEB a partir da Paraiba e responsável pela Revista NORDESTE, mais importante publicação circulando nas 9 capitais da região, mais SP, Rio e Brasilia.


Pra que serve o Decom?

Postado por Walter Santos as 10:51 h

Quando a Formatura de novos Radialistas se efetivar nesta quarta-feira à noite, a Paraíba vai se deparar com uma nova leva de profissionais formados pelo Cefet, sob inspiração do Sindicado dos Radialistas da Paraíba, em grau de Universidade – isso pelo que o Diploma passa a permitir a cada um dos formandos de acesso à profissão. São 150 ao todo.

Não sei qual dos sentimentos me invade diante desta realidade: se de desencanto, de condição indefesa ou de estímulo a insistir em lembrar ao líder Moisés Marques, presidente do Sindicato dos Radialistas, que esta porta de incremento ao emprego e da renda é o mesmo do perigo incomum, senão da injustiça plena, porque em 3 meses jamais se terá uma formação como da UFPB/UEPB em 3,5 anos.

Antes de qualquer juízo de valor, não tenho nada (absolutamente) contra ninguém dos formandos –até desejo sorte, o que posso fazer! – mas me incomoda, contudo, ver o Cefet legitimar um instrumento de habilitação profissional, não para o campo técnico ( operador, etc), mas de ocupar espaços seniores no rádio paraibano.

Lembremos: o curso, anteriormente dado em 3 meses para formalizar situações de capacitação técnica em áreas (no mesmo nível) provisórias, transformou-se em porta de entrada continua, inclusive para pessoas desqualificadas (não são todas) no exercício pleno da profissão de radialista. A grade curricular de um tempo exíguo não constrói da mesma forma que da Universidade com mais anos de preparo – e isso é perigoso, em diversos danosos demais.

Conheço casos aberrantes, mas oficializado por um mecanismo criado lá atrás pelo digno ex-presidente Lenilson Guedes para tapar o buraco circunstancial de casos improvisados, e que, nos últimos anos, se transformou em porteira aberta ( com todo o respeito aos ilustres professores das diversas disciplinas ) porque, se em 3,5 anos não se aprende tudo que é de básico em um Curso Universitário de Radialismo, como 3 meses podem preparar no conhecimento da mesma forma da UFPb/UEPB?

Aliás, há anos que debato e imploro ao comandante Moisés Marques para que cesse essa sangria, cuja responsabilidade ele e alguns podem estar restringindo a conceitos imediatistas, mas de efeito inimaginável que é dar Diploma, por acaso, à quem pode adotar expedientes excusos – sentimentos que o sindicato e o Cefet não podem captar pela rapidez de concluir um curso provisório que aniquilou o Decom da UFPB, pois ética e conteúdo não são valores para cuidar só no imediato.

Somente mais na frente, um dia, quem sabe, cada um vai entender que o Direito de exercer a atividade profissional está sendo dado legalmente – volto a insistir, com endosso equivocado do Cefet – mas de forma injusta, sobretudo, acabando com a esperança dos alunos e profissionais das Universidades, com anos e anos de estudo, mas perdendo espaços à quem não conviveu com a densidade no ensino da comunicação na sua plenitude.

Se de nada valer o que agora digo, pelo menos rogo aos novos Formandos, que se dignem impedir que se faça do Diploma do Radialismo um instrumento do mal, já que eles chegam, tomara, como a última Turma dessa fórmula que satura o mercado diante do silêncio comprometedor de muitos, dos Órgãos Públicos, Mestres e Ícones da comunicação.

Se tudo isso é real, inquestionável, agora pergunto: como ficam o Decom, os alunos da UFPB e da UEPb?

Quem vai pagar por isso!




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