A parcialidade da Justiça, o grave perigo e Sivuca como bálsamo

Quarta-feira, véspera de um mundo malandro de Feriados a embalar o conforto dos poucos em detrimento de muitos ávidos por trabalho inexistente. Tempo de fogueira política intensa com enfrentamento singular promovido para dentro e fora do Supremo Tribunal Federal pela decisão liminar de se afastar um Presidente de Poder – o Senado, sem força coletiva da Corte. Só mesmo algo como lembrar a figura de Sivuca pode existir como bálsamo destes tempos de muito retrocesso.

Em Brasília, onde acompanhamos de perto a votação no STF do afastamento de Renan Calheiros da presidencia do Senado como sucessor de Poder no Pais por ele estar sendo alvo de processo juridico ainda vai dar muito o que falar porque, na essencia, está mesmo é o enfrentamento burro e inconsequente de Poderes.

Nem vamos entrar na essência em si do pedido do partido Solidariedade – mais umadas siglas de aluguel ao Poder de Plantão – porque a decisão do ministro Marcos Aurélio mostrou que ele tem coragem e, ao mesmo tempo, convicção de que os valores corporativos são maiores do que a Constituição.

Não há, mesmo com todos os argumentos possíveis, nada que justifique tamanha posição sem o veredicto dos pares em sua maioria. Há, na verdade, enfrentamento entre Poderes e isto é muito grave.

SÓ MESMO SIVUCA

Nesta quarta-feira, eis que a cantora, compositora e escritora Glorinha Gadelha é a atração principal na abertura do II Fórum de Etnomusicologia ETNOMUSICOLOGIA do Departamento de Música da UFPB, às 19 horas no auditório Radegundis Feitosa em homenagem ao genial Sivuca.

Conforme release, a organização explica que Etnomusicologia e o Laboratório de Estudos Etnomusicológicos, ambos da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) convidam a comunidade acadêmica para participar do II Fórum de Etnomusicologia da UFPB/ABET (Associação Brasileira de Etnomusicologia), que será realizado na UFPB, João Pessoa.

Considerando-se tantos fatores de assombros políticos em voga, só mesmo uma agenda de profundidade musical pode servir de atenuação real para nossos tempos de dificuldades à vista.

Viva Sivuca – e sua companheira de grande zelo e amor.

MEMORIAL, CADÊ?

A Reitora da UFPB, professora Margareth Diniz, garante que é uma questão de dias o inicio da readequação do espaço artistico – cultural a ser posto em pratica com o carimbo de Memorial Sivuca, ao lado da Reitoria.

Mérito é o que se aplica e reconhecimento especial à decisão da Reitora.

ULTIMA

“Agora eu era o herói/ e meu cavalo só fala inglês...”
 


O futuro de Gervasio Filho a partir da ascensão na Presidência na Assembléia

Em termos de cronologia é apenas uma questão de tempo para a Paraiba conviver com o deputado estadual Gervásio Maia na condição de presidente da Assembléia Legislativa a partir de Fevereiro de 2017 até mesmo mês de 2019. O mandato é de dois anos, mas o significado pode ser maior ou menor no inconsciente coletivo a partir de sua performance. Tudo dependerá dele.

Gervasio Maia chegará ao poder máximo do Legislativo estadual com idade média relativa porque não é fácil ascender à presidência com os anos acumulados em sua vida.

Em termos de conjuntura histórica, da fase temporal mesmo, diferentemente da época do pai, homônimo e homem diferenciado e de pulso forte à fase do Governo Burity, Gervásio Maia Filho chega ao auge representativo num momento em que a Classe Política vive um de seus piores conceitos de todos os tempos. Vive na lona, como se diz lá na Torre, para lembrar a cena do ringue.

O PROJETO MAIOR

Filho de Pai com história reconhecida, neto do  ex-governador João Agripino, do tio primo Antônio Mariz, sobrinho do ex-deputado federal João Agripino Neto, primo do Procurador Geral da República, Luciano Mariz Maia, sobrinho da Procuradora Lourdes Maia, do ex-conselheiro do TCE, José Mariz, e filho de um mãe exemplar, o futuro presidente da Assembléia Legislativa da Paraiba tem na Ética,  gestão e inovação os maiores dos desafios.

Precisará ser referência nesta fase de declínio ético dos Políticos, terá de saber conduzir uma gestão de resultados nos vários niveis precisando conviver em sintonia com as exigências da sociedade, por fim tendo a oportunidade de consolidar um perfil inovador, mas austero para os tempos de hoje.

Deste saldo, ainda dependendo de muitos outros fatores, poderá até ser candidato a governador do Estado com chances de vitória.

OS GRILOS DE SEMPRE

Ele já sabe de cor e salteado que a barra anda pesada e os recursos escassos como água no interior do Estado. Pelas contas projetadas terá menos recursos que antes, algo que preocupa porque as despesas são como unha, dizem os filósofos do bairro da Torre: você corta e ela não para de crescer nunca.

Gervasio herdará de Adriano Galdino uma gestão sem graves problemas, mas cheia de apertos com seus Pares invariavelmente com demandas incontáveis, como se fossem gula sem fim. Mas, para chegar ao topo, precisará saber dizer Não.

De cara, Gervásio Maia tem um abacaxi para descascar: a permanência ou saída do prédio da Praça João Pessoa onde estão os demais Poderes. Trata-se de matéria quente porque a Casa ficou pequena para a demanda, daí a tentativa de se levar a Assembléia para outro lugar - agora no antigo Paraiban, antes no Altiplano. Só que isto implica em impacto ruim na desocupação do Centro Histórico.

Há outros fatores, mas não é fácil ser responsável por desabitar o Centro Histórico, ainda ávido por ocupação inteligente e econômica. A saída da Assembléia de lá significará enterrar um fomentador, exceto haja ocupação maior ou tanto quanto hoje.

SÍNTESE

A gestão de Gervásio Maia pode ser a sua ascensão no time principal da Política dependendo muito dele e do governador Ricardo Coutinho podendo até chegar ao Palácio da Redenção, algo nada fácil mas não impossível.

Do contrário, se optar pelo mesmismo, pode ser reeleito com folga e, no máximo,construir a condição futura d deputado federal-também difícil, mas possível.

UMAS & OUTRAS

...O Ministro do Tribunal de Contas da União, Vital do Rego Filho, foi seguro ao afirmar que ação da Policia Federal fazendo buscas em sua casa foi protocolar, servirá para ele provar sua postura sem problema algum quando de suas funções como presidente da CCJ da CPI da Petrobras.

...Em tempo: ainda voltaremos ao tema, mas a versão 2016 do Festival Internacional de Música Clássica em João Pessoa provou que continuamos tendo referência especial na música erudita.

...A partir do prefeito Luciano Cartaxo, do presidente da FUNJOPE, Maurício Burity, e do maestro Laercio Diniz -o Festival Internacional celebrou nova fase. 


A crise agoniza, cria fossos e só está começando

O afastamento do senador Renan Calheiros da presidência do Senado Federal é apenas mais um capítulo da imensa crise política e institucional a envolver os vários poderes e até o Tribunal de Contas da União. Brasília pega fogo com muitos capítulos a derrubar líderes e aguçar a conjuntura política e econômica. Aliás, a crise de espalha e se estende até pelos Estados, como se viu nesta segunda-feira na Paraíba.

Antes de chegar ao estado paraibano, onde os prefeitos de João Pessoa, Luciano Cartaxo, e de Campina Grande em exercício, Ronaldo Cunha Lima Filho, não compareceram ao importante encontro do governador Ricardo Coutinho com a maioria dos chefes de executivo municipal, é preciso admitir que a crise na Capital Federal tende a se agravar com o enfrentamento entre os Poderes de forma imprevisível.

Na essência, a decisão em caráter liminar do Ministro Marco Aurélio afronta mais e mais a péssima e conflituosa relação do Legislativo com o Judiciário, sobretudo neste momento em que o Senado discute regras de limites para os excessos cometidos por membros do Judiciário e Ministério Público.

A decisão do ministro chega como acinte pelo fato de Renan Calheiros ter tido. Coragem de pautar punição aos excessos dos juízes e promotores, que precisam ter parâmetros e não excederem como acontece na atualidade em casos e mais casos, até porque ninguém. Está acima da lei.

O FOSSO SÓ AUMENTA

Bastou a convocação de reunião dos prefeitos pelo governador Ricardo Coutinho com pauta voltada à boa e constitucional relação do Executivo estadual com a base municipal para ficar claro que o chefe do Executivo não contará com governos do PSD e PSDB na relação básica.

As ausências das Prefeituras de João Pessoa e Campina Grande sinalizam nesta direção de distanciamento e fosso nas relações porque se traduz em postura clara de quem já se assume na Oposição ao governo.

É tudo o que serve de discurso para o governador reproduzir para os eleitores das duas cidades que não é hora de priorizar disputa política diante dos problemas comuns a todos.

O fato é que não há conversa e isto, de fato, representa uma crise que só tende a se agravar.

RICARDO ADVERTE

O governador paraibano voltou a destacar como projeção de futuro que a realidade de dificuldades econômicas e estruturantes vão se manter no próximo ano.

EM BRASÍLIA

Para justificar sua ausência, o prefeito Luciano Cartaxo agendou uma série de compromissos ministeriais em Brasília cumprindo pauta bem longe do governador.

UMAS & OUTRAS

...A situação do Ministro Vital do Rego Filho se complicou com a ação da Policia Federal fazendo apreensão de documentos na residência do ex-senador.

...Já Raimundo Lira disse nesta segunda-feira que não é pré-candidato a governador. Mesmo com a negativa, muitos prefeitos tratam como tal.

...O deputado Gervásio Maia ainda não tirou de pauta a mudança da sede da Assembléia Legislativa da Praça João Pessoa. Vai enfrentar críticas.
 


E agora, como fica a Paraíba na nova conjuntura?

O Brasil no geral, a Paraíba no particular, acordou com o previsível afastamento da presidenta Dilma Rousseff permitindo a posse nesta quinta-feira (12) do vice-presidente Michel Temer na presidência da República por 180 dias, com direito a nova equipe ministerial e medidas em curso tocando em temas tabus, a exemplo da Reforma da Previdência.

Nesta formação de novo Governo, qual a fatia da Paraiba no quinhão político nacional e como a conjuntura repercutirá para dentro do Estado?

Ainda é preciso ver a complementação dos ministérios, porque até agora de ocupação nacional só se fala no deputado federal Hugo Motta em Liderança do PMDB, portanto, é aguardar até o final da tarde se Temer pintará um paraibano para seu ministério.

CACIFE E PENDÊNCIA

Os senadores Cássio Cunha Lima e José Maranhão chegam nesta nova fase com muito cacife junto ao novo estágio nacional, independentemente das reações e enfrentamentos à vista.

Cada um no seu quadrado partidário, PSDB e PMDB, operou com firmeza contra Dilma Rousseff e significado, razão pela qual têm credenciais para ocupar algum ministério daí ter que aguardar.

EFEITOS NA PARAÍBA

Há uma nova realidade de ocupação de espaços nos cargos federais a ser reformulado com base na na nova composição a influir na orientação dos programas e ações.

Este novo contexto reforça a tese de aliança em curso entre PMDB e PSDB para construir um pacto agora nas eleições municipais na direção de 2018 para o Governo Estado, unindo Maranhão e Cássio contra o governador Ricardo Coutinho.

Ambos, que foram aliados do governador, mudam de posição e passam a superar traumas do passado a partir de um desgosto e descontentamento comum com o Líder Socialista para se unir contra RC nos futuros embates.

É com este pacto que vamos acompanhar os novos roubos na política da Paraíba velha de guerra. 


Quando Luciano anunciará a nova equipe de Futuro ?

O tempo passa, o tempo voa, como diz o jargão publicitário e nesse contexto o prefeito Luciano Cartaxo dribla a acomodada Imprensa sem mais saber ser desvendadora de uma questão básica importante, que é idebtificar a nova equipe de Governo do líder do PSD cacifado com a reeleição.

A formação da equipe é importante porque a partir dela se saberá exatamente o "quem é quem" em termos de influência e tamanho, a partir dos personagens e partidos aliados de Luciano.

SINAIS DE FUTURO

Afora a normalidade processual na composição, é a partir da equipe que se saberá a quantas anda a projeção na direção de 2018 porque, sem dúvidas, Luciano Cartaxo passou a ser uma opção ascendente na aliança construída em 2016 entre ele, o PMDB, PSDB, etc.

Há que se levar em conta ainda a ocupação de espaços estratégicos, como Saúde e Educação, por exemplo, Pastas fundamentais e hoje o ocupadas pela quota pessoal do Prefeito. Vão continuar com Adalberto Fulgencio e Professora Enilma ou não? A resposta a esta pergunta já serve para entender muita coisa.

O PAPEL DE LUCÉLIO

Embora seja um personagem comedido na ocupação da Mídia, por exemplo, Lucelio Cartaxo exerce uma função importante nas articulações de bastidores políticos em favor de Luciano Cartaxo é está entre opção de luxo para a disputa de 2018.

Na prática não deve assumir cargo na nova equipe mas estará como alternativa do grupo liderado por Luciano na majoritária, caso o prefeito não seja candidato ao Governo.

Pode disputar o Senado, ainda como exemplo, ao lado de Cássio Cunha Lima.

Enfim, desta semana em diante começa a montagem real da equipe.

UMAS & OUTRAS

...O governador Ricardo Coutinho não para de expandir ações pelo interior do Estado em diversas áreas, que não só de estradas.

...A disputa na Câmara de João Pessoa continua com favoritismo de.Marcos Vinicius.

...O ex-deputado federal Ruy Carneiro anda em forte articulação para voltar à Câmara Federal. E com apoio de Cássio.

...A.manifestação de hoje contra a classe política é legítima mas nem por isso deixa de encobrir o sentimento radical à Direita de gente que quer implantar o fascismo no Brasil. Por aí é gol contra. 


Depois do Domingo 13, a necessidade de Superação

Já deu para perceber, mesmo se estando antes do final da tarde deste domingo, 13, que os protestos de rua no Brasil a favor do Impeachment não conseguiram a adesão maciça da sociedade brasileira que, na maioria, ficou em casa ou tendo mais o que fazer. Na Paraíba, mesmo com todos os esforços das lideranças de Oposição aos Governos Dilma e Ricardo, também não atraíram a grande Massa real popular.

A partir deste domingo, certamente que se faz urgente a tomada de decisões pela presidenta Dilma Rousseff para encarar e resolver de vez as pendências politicas em jogo. Não há outro caminho, senão passar a tropa em revista e contar com partidos e parlamentares leais ao projeto nacional de recuperação econômica.

O grande e pior drama é ter de encarar o PMDB na sua inteireza e real papel anti-Nação, pois, se aderiu de fato ao Golpe pensando assumir o Poder através de Michel Temer pela via indireta, ELA tem de ir para cima buscando definição porque é impossível conviver da forma incorreta com que a cúpula e o partido tem tratado Dilma, mesmo ocupando a Vice-Presidência.

GOVERNAR COM MINORIA NÃO É O FIM

Temos escrito com regularidade que o Governo Dilma precisa definitivamente fazer as contas e formar um Bloco possível, mas leal ao projeto em curso, porque do contrário é conviver com ciladas e cadafalsos inaceitáveis por parte de setores partidários conduzidos pelo PMDB querendo a todo pulso assumir o Poder sem ter sido escolhido pelo Povo, de forma indireta, pelo golpe parlamentar.

Dilma não tem outra saída, senão a partir desta segunda-feira articular pessoalmente uma reunião entre Lula e FHC para construir um processo de vida democrática bem negociado sabendo a presidenta que passa a ser um Governo de Transição por todos os fatores conhecidos, mas agindo com uma base sólida, mesmo sendo Minoria.

O EXEMPLO DE RICARDO

Já disse e repito: na Paraíba, Ricardo Coutinho quando prefeito de João Pessoa por dois mandatos e no primeiro como governador teve minoria na Câmara Municipal e Assembléia Legislativa, respectivamente, mas soube conviver com essa realidade dialogando com a sociedade e mostrando, quando necessário, porque os vereadores e deputados tinham posição contrária a ele em face de modelo próximo de negociatas levando a opinião pública a ficar com ele.

ÚLTIMA

“É duro tanto dar sem receber..”
 


O perigo da "revolta cega" e o respeito às regras do Jogo

Há em curso no Brasil a expansão continuada de um forte movimento destinado a desancar a classe política pelas série de fatos registrados ultimamente. De fato, em tese, a ação articulada na madrugada dos últimos dias desmontando a formatação das medidas anti-Corrupção aguçou mais ainda a ira daí a convocação de protestos para este domingo.

É compreensível e democrático conviver com manifestações discordantes contra abusos e desvios de conduta de setores da classe política, mas não há agora nem nunca motivação de mudanças que não passe pelo respeito às regras do jogo, ou seja, revolta nenhum pode ferir princípios constitucionais.

O DESPERDÍCIO NA HORA CERTA

O Brasil convive com o saldo de uma importante fase recém concluída, que foi iniciar a transformação e mudança de nossa elite representativa nas eleições municipais mas o que se viu foi o desperdício da oportunidade elegendo ou reelegendo muita gente com histórico de desvios.

Na prática, há um movimento de revolta com base e motivação compreensiva, embora em absoluto isto possa servir de mote para interromper o processo democrático na marra.

É isto.


Por que Manoel Jr está decidido a ser candidato?

A pergunta é respondida pelo próprio deputado federal do PMDB: “João Pessoa tem muitos problemas e precisa de uma gestão capaz de resolvê-los e nós estamos preparados para isso”. O discurso, em sintese, do pemedebista é de quem se posiciona como Oposição e vai querer puxar o prefeito Luciano Cartaxo para o rinque, o debate em si.

Neste contexto, Manoel Júnior vai precisar estar preparado para muitos enfrentamentos, desde a estruturação de pré-campanha já em curso, apoio irrevogável do PMDB e do presidente José Maranhão, de aliança partidária com outras legendas e lideres e, sobretudo, programa de governo convincente.

Pelo tom do que diz e age,o pré-candidato não está para brincadeiras.Um exemplo singular está no fato de que ele foi procurar num personagem muito próximo do prefeito nos tempos passados, no caso o Professor Doutor em Comunicação,Marcus Alves, para construir a pré-campanha.

Ora, se age assim ele parte do pressuposto de que pode descontruir – e é isso no que trabalha – para esvaziar a imagem positiva do prefeito e colocá-lo em tamanho de disputa. Na prática, quer jogar o jogo no segundo turno pela boa desenvoltura na argumentação e singularidade no PMDB porque nele não há concorrente no mesmo projeto de disputa.

ARTICULAÇÕES

Manoel Jr garante que tem conversado com todas as agremiações de Oposição, à exceção do PSB, num nivel de entendimentos de perspectiva, em especial do PSDB liderado pelo senador Cássio Cunha Lima.

Ele alimenta o sonho de ter o senador ao seu lado, como fizera na disputa anterior de governo, mesmo que diga não fazer cobrança do lider tucano, embora queira muito este intento.

A QUESTÃO CUNHA

O deputado argumenta que a disputa municipal não tem nada a ver com a questão nacional, por isso minimiza os efeitos de sua proximidade ao deputado federal Eduardo Cunha.

- Defendi sua punição, embora branda, porque nos autos não há provas – argumenta ele.

Mesmo sem querer, este é um problema que ele precisa administrar e avaliar melhor na sua equipe de assessores.

UMAS & OUTRAS


...O prefeito Cartaxo insiste em manter agenda de ações nos bairros e se recusa a falar de eleição.

...Tem quem aposte e incentive Nonato Bandeira a ser candidato a vereador.

...O PT está majoritário em torno da reeleição de Fuba.

...Charliton Machado será candidato a prefeito de João Pessoa. Para anotar.

ÚLTIMA

“Eita vida boa/aperreada...”


Por que Durval não conseguiu emplacar nova reeleição?

Embora faltem exatos trinta dias para a eleição efetiva da nova Mesa Diretora da Câmara Municipal de João Pessoa já não há mais dúvida de que o vereador Marcos Vinicius conquistou a Maioria de votos para se eleger presidente da Corte nos próximos dois anos do Legislativo municipal.

A assertiva (condição inquestável) pode ter outra leitura inversa: por que o atual presidente Durval Ferreira, tão hábil indiscutivelmente, não conseguiu desta feita nova reeleição?

RESPOSTAS NO PLURAL

A estratégia vitoriosa de Durval aplicada das vezes anteriores não teve êxito porque a renovação de novos vereadores, de novos conceitos e práxis, não embarcou nos "encantos" dos favores fáceis.

Efetivamente sopram novos ares de renovação prevalecendo sobre acordos convencionais, tanto que mesmo Durval propondo só mais um mandato não funcionou o apelo.

Não funcionou mesmo porque ele já está há 10 anos - 5 mandatos seguidos - e está exaustão produziu uma reação contrária num tamanho exagerado para os tempos de hoje.

Também deve-se levar em conta a habilidade de Marcos Vinicius de construir novo pacto de Maioria porque não dispunha de Poder como Durval dispõe até hoje utilizando-se da estrutura/máquina. Tudo isso porque chegou a sua vez.

Marcos já foi preterido até mesmo para o próprio Durval e chega à condição máxima sem ferir o atual presidente respeitando sua correlação de força política e partidária.

Em síntese, Durval não pode reclamar de ninguém, nem mesmo do prefeito Luciano Cartaxo, que chegou a se inclinar pro presidente atual mas enfrentou forte reação.


A reação anti-Caixa 2 e aos Crimes; afinal, há desvios ou não no Judiciário?

 Nenhum brasileiro ou cidadão decente do mundo, homem ou mulher, tem se afetado tanto quanto nos últimos tempos de atos absurdos cometidos por muitos agentes políticos e homens públicos do que no último tempo. A Operação Lava-Jato liderada pelo Juiz Sergio Moro provocou muito desta reação popular contra a classe política pelas constatações conhecidas, mesmo quando ela se manteve seletiva, ou seja, ela visivelmente poupa lideranças conhecidas do PSDB flagradas e denunciadas em delações.

 Mas, mesmo também identificando a ação seletivas do Ministério Público Federal e com procedimentos típicos de parcialidade, a Lava Jato tem cumprido papel muito importante na conjuntura nossa de cada dia.

AMPARO À LEI E SEUS ATORES

 A importância da operação é de tamanha dimensão pedagógica que não há procedimento manipulador para uns em detrimento de todos que faça a sociedade brasileira, em todos níveis, a deixar de apoiar a Lava Jato.

 Compreender e apoiar a referida Operação se traduz em necessidade de amparo para que ela continue e se expanda chegando a mais gente e a toda a estrutura corruptora, expressamente na classe política, como em outras instituições.

 Trocando em miúdos é fundamental apoiar a existência e ampliação da Operação.

MAS, COMO TRATAR EXCESSOS

 A reação contra a impunidade e as manobras produzidas por líderes políticos nesta atual fase de discussão e aprovação dos 10 pontos de regras para punir os corruptos causaram distorções nas quais misturaram alhos com bugalhos e agora emergiu uma onda achando questionar os excessos do Judiciário e MPF é coisa de bandido.

 Na prática e na vida real não é porque, mesmo conceituando a lisura do Judiciário, há sim quem possa em nome da Lei estar exorbitando.

 Nesta fase de caça às bruxas não podemos descartar a hipótese de magistrados estarem no excesso da sua condição judicante e "no silêncio de sua opção partidaria" estar produzindo decisões acima da lei.

 Ora, nestes casos de real abuso de PODER como tratar, encarar e até punir quem assim procede? Vai ficar por isso mesmo?

 Não, em casos de procedimento neste nível, tem de haver regra para evitar que a minoria ou a quantidade que for do Judiciário contamine a postura indispensável da Justiça.

 Aliás, ninguém nem mesmo o Judiciário pode estar acima da Lei.