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Walter Santos

O colunista Walter Santos acumula a condição de jornalista, multimidia e diretor executivo do Grupo WSCOM - empresa pioneira no jornalismo na WEB a partir da Paraiba e responsável pela Revista NORDESTE, mais importante publicação circulando nas 9 capitais da região, mais SP, Rio e Brasilia.


O papel do Legislador

Postado por Walter Santos as 22:20 h

A onda de denúncias que se abate sobre o Congresso Nacional envolvendo a maioria dos partidos, agora com a CPI dos Sanguessuga, remete a todos – escolados ou não em política – terem que admitir estar boa parte dos atuais problemas originados na facilidade e participação de senadores e deputados federais na elaboração e acesso às emendas (recursos) parlamentares.

Há, como se prova, uma atrofia processual quando permite que a função principal de um deputado ou senador, que é legislar – propor, criar leis, defender o povo ou seu Estado – seja substituída por envolvimentos com emenda$ gerando as deformações agora conhecidas.

Antes de mais nada, justiça seja feita, nem todos os que apresentaram emendas são corruptos, mas parte deles está comprometida, sim, com a anomalia.

Se reparar bem direito, nos últimos tempos o artifício de indicar emenda$ gerou no Congresso Nacional a cultura paralela de se querer interferir no processo como se o parlamentar estivesse na condição de Executivo sem ser, ora através dos recursos municipais ora do próprio Estado.

Não é à toa – e já dá para comprovar tanto do que se dizia nos bastidores – que muitos deputados ficavam com 10, 20% dos recursos provenientes das emenda$ - daí se entender agora de onde vem as fabulas financeiras ostentadas por parte dos parlamentares em meio a outra banda atolada em divida da campanha passada exatamente por não aderir ao esquema comum em outros.

Por essas e outras questões, agora também fica mais fácil compreender porque o papel do debate legislativo, da ocupação da tribuna na defesa ou ataque de teses virou objeto raro na atividade normal das bancadas federais, inclusive da Paraíba – isso levando em conta o desempenho em plenário ou comissões por parte dos parlamentares.

É diante dessa premissa que, na disputa de agora, a atenção se volta para se conhecer em outubro se o eleitorado ainda se mantém votando como em curral ou se gerará nova forma de avaliação dos candidatos escolhendo quem tenha maior vocação para o exercício da defesa coletiva e não dos seus poucos e abarrotados bolsos particulares.

De fato, o Congresso Nacional não é balcão de negócios e como tal precisa existir.







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