Quando Luciano anunciará a nova equipe de Futuro ?

O tempo passa, o tempo voa, como diz o jargão publicitário e nesse contexto o prefeito Luciano Cartaxo dribla a acomodada Imprensa sem mais saber ser desvendadora de uma questão básica importante, que é idebtificar a nova equipe de Governo do líder do PSD cacifado com a reeleição.

A formação da equipe é importante porque a partir dela se saberá exatamente o "quem é quem" em termos de influência e tamanho, a partir dos personagens e partidos aliados de Luciano.

SINAIS DE FUTURO

Afora a normalidade processual na composição, é a partir da equipe que se saberá a quantas anda a projeção na direção de 2018 porque, sem dúvidas, Luciano Cartaxo passou a ser uma opção ascendente na aliança construída em 2016 entre ele, o PMDB, PSDB, etc.

Há que se levar em conta ainda a ocupação de espaços estratégicos, como Saúde e Educação, por exemplo, Pastas fundamentais e hoje o ocupadas pela quota pessoal do Prefeito. Vão continuar com Adalberto Fulgencio e Professora Enilma ou não? A resposta a esta pergunta já serve para entender muita coisa.

O PAPEL DE LUCÉLIO

Embora seja um personagem comedido na ocupação da Mídia, por exemplo, Lucelio Cartaxo exerce uma função importante nas articulações de bastidores políticos em favor de Luciano Cartaxo é está entre opção de luxo para a disputa de 2018.

Na prática não deve assumir cargo na nova equipe mas estará como alternativa do grupo liderado por Luciano na majoritária, caso o prefeito não seja candidato ao Governo.

Pode disputar o Senado, ainda como exemplo, ao lado de Cássio Cunha Lima.

Enfim, desta semana em diante começa a montagem real da equipe.

UMAS & OUTRAS

...O governador Ricardo Coutinho não para de expandir ações pelo interior do Estado em diversas áreas, que não só de estradas.

...A disputa na Câmara de João Pessoa continua com favoritismo de.Marcos Vinicius.

...O ex-deputado federal Ruy Carneiro anda em forte articulação para voltar à Câmara Federal. E com apoio de Cássio.

...A.manifestação de hoje contra a classe política é legítima mas nem por isso deixa de encobrir o sentimento radical à Direita de gente que quer implantar o fascismo no Brasil. Por aí é gol contra. 


Depois do Domingo 13, a necessidade de Superação

Já deu para perceber, mesmo se estando antes do final da tarde deste domingo, 13, que os protestos de rua no Brasil a favor do Impeachment não conseguiram a adesão maciça da sociedade brasileira que, na maioria, ficou em casa ou tendo mais o que fazer. Na Paraíba, mesmo com todos os esforços das lideranças de Oposição aos Governos Dilma e Ricardo, também não atraíram a grande Massa real popular.

A partir deste domingo, certamente que se faz urgente a tomada de decisões pela presidenta Dilma Rousseff para encarar e resolver de vez as pendências politicas em jogo. Não há outro caminho, senão passar a tropa em revista e contar com partidos e parlamentares leais ao projeto nacional de recuperação econômica.

O grande e pior drama é ter de encarar o PMDB na sua inteireza e real papel anti-Nação, pois, se aderiu de fato ao Golpe pensando assumir o Poder através de Michel Temer pela via indireta, ELA tem de ir para cima buscando definição porque é impossível conviver da forma incorreta com que a cúpula e o partido tem tratado Dilma, mesmo ocupando a Vice-Presidência.

GOVERNAR COM MINORIA NÃO É O FIM

Temos escrito com regularidade que o Governo Dilma precisa definitivamente fazer as contas e formar um Bloco possível, mas leal ao projeto em curso, porque do contrário é conviver com ciladas e cadafalsos inaceitáveis por parte de setores partidários conduzidos pelo PMDB querendo a todo pulso assumir o Poder sem ter sido escolhido pelo Povo, de forma indireta, pelo golpe parlamentar.

Dilma não tem outra saída, senão a partir desta segunda-feira articular pessoalmente uma reunião entre Lula e FHC para construir um processo de vida democrática bem negociado sabendo a presidenta que passa a ser um Governo de Transição por todos os fatores conhecidos, mas agindo com uma base sólida, mesmo sendo Minoria.

O EXEMPLO DE RICARDO

Já disse e repito: na Paraíba, Ricardo Coutinho quando prefeito de João Pessoa por dois mandatos e no primeiro como governador teve minoria na Câmara Municipal e Assembléia Legislativa, respectivamente, mas soube conviver com essa realidade dialogando com a sociedade e mostrando, quando necessário, porque os vereadores e deputados tinham posição contrária a ele em face de modelo próximo de negociatas levando a opinião pública a ficar com ele.

ÚLTIMA

“É duro tanto dar sem receber..”
 


O perigo da "revolta cega" e o respeito às regras do Jogo

Há em curso no Brasil a expansão continuada de um forte movimento destinado a desancar a classe política pelas série de fatos registrados ultimamente. De fato, em tese, a ação articulada na madrugada dos últimos dias desmontando a formatação das medidas anti-Corrupção aguçou mais ainda a ira daí a convocação de protestos para este domingo.

É compreensível e democrático conviver com manifestações discordantes contra abusos e desvios de conduta de setores da classe política, mas não há agora nem nunca motivação de mudanças que não passe pelo respeito às regras do jogo, ou seja, revolta nenhum pode ferir princípios constitucionais.

O DESPERDÍCIO NA HORA CERTA

O Brasil convive com o saldo de uma importante fase recém concluída, que foi iniciar a transformação e mudança de nossa elite representativa nas eleições municipais mas o que se viu foi o desperdício da oportunidade elegendo ou reelegendo muita gente com histórico de desvios.

Na prática, há um movimento de revolta com base e motivação compreensiva, embora em absoluto isto possa servir de mote para interromper o processo democrático na marra.

É isto.


Por que Manoel Jr está decidido a ser candidato?

A pergunta é respondida pelo próprio deputado federal do PMDB: “João Pessoa tem muitos problemas e precisa de uma gestão capaz de resolvê-los e nós estamos preparados para isso”. O discurso, em sintese, do pemedebista é de quem se posiciona como Oposição e vai querer puxar o prefeito Luciano Cartaxo para o rinque, o debate em si.

Neste contexto, Manoel Júnior vai precisar estar preparado para muitos enfrentamentos, desde a estruturação de pré-campanha já em curso, apoio irrevogável do PMDB e do presidente José Maranhão, de aliança partidária com outras legendas e lideres e, sobretudo, programa de governo convincente.

Pelo tom do que diz e age,o pré-candidato não está para brincadeiras.Um exemplo singular está no fato de que ele foi procurar num personagem muito próximo do prefeito nos tempos passados, no caso o Professor Doutor em Comunicação,Marcus Alves, para construir a pré-campanha.

Ora, se age assim ele parte do pressuposto de que pode descontruir – e é isso no que trabalha – para esvaziar a imagem positiva do prefeito e colocá-lo em tamanho de disputa. Na prática, quer jogar o jogo no segundo turno pela boa desenvoltura na argumentação e singularidade no PMDB porque nele não há concorrente no mesmo projeto de disputa.

ARTICULAÇÕES

Manoel Jr garante que tem conversado com todas as agremiações de Oposição, à exceção do PSB, num nivel de entendimentos de perspectiva, em especial do PSDB liderado pelo senador Cássio Cunha Lima.

Ele alimenta o sonho de ter o senador ao seu lado, como fizera na disputa anterior de governo, mesmo que diga não fazer cobrança do lider tucano, embora queira muito este intento.

A QUESTÃO CUNHA

O deputado argumenta que a disputa municipal não tem nada a ver com a questão nacional, por isso minimiza os efeitos de sua proximidade ao deputado federal Eduardo Cunha.

- Defendi sua punição, embora branda, porque nos autos não há provas – argumenta ele.

Mesmo sem querer, este é um problema que ele precisa administrar e avaliar melhor na sua equipe de assessores.

UMAS & OUTRAS


...O prefeito Cartaxo insiste em manter agenda de ações nos bairros e se recusa a falar de eleição.

...Tem quem aposte e incentive Nonato Bandeira a ser candidato a vereador.

...O PT está majoritário em torno da reeleição de Fuba.

...Charliton Machado será candidato a prefeito de João Pessoa. Para anotar.

ÚLTIMA

“Eita vida boa/aperreada...”


Por que Durval não conseguiu emplacar nova reeleição?

Embora faltem exatos trinta dias para a eleição efetiva da nova Mesa Diretora da Câmara Municipal de João Pessoa já não há mais dúvida de que o vereador Marcos Vinicius conquistou a Maioria de votos para se eleger presidente da Corte nos próximos dois anos do Legislativo municipal.

A assertiva (condição inquestável) pode ter outra leitura inversa: por que o atual presidente Durval Ferreira, tão hábil indiscutivelmente, não conseguiu desta feita nova reeleição?

RESPOSTAS NO PLURAL

A estratégia vitoriosa de Durval aplicada das vezes anteriores não teve êxito porque a renovação de novos vereadores, de novos conceitos e práxis, não embarcou nos "encantos" dos favores fáceis.

Efetivamente sopram novos ares de renovação prevalecendo sobre acordos convencionais, tanto que mesmo Durval propondo só mais um mandato não funcionou o apelo.

Não funcionou mesmo porque ele já está há 10 anos - 5 mandatos seguidos - e está exaustão produziu uma reação contrária num tamanho exagerado para os tempos de hoje.

Também deve-se levar em conta a habilidade de Marcos Vinicius de construir novo pacto de Maioria porque não dispunha de Poder como Durval dispõe até hoje utilizando-se da estrutura/máquina. Tudo isso porque chegou a sua vez.

Marcos já foi preterido até mesmo para o próprio Durval e chega à condição máxima sem ferir o atual presidente respeitando sua correlação de força política e partidária.

Em síntese, Durval não pode reclamar de ninguém, nem mesmo do prefeito Luciano Cartaxo, que chegou a se inclinar pro presidente atual mas enfrentou forte reação.


A reação anti-Caixa 2 e aos Crimes; afinal, há desvios ou não no Judiciário?

 Nenhum brasileiro ou cidadão decente do mundo, homem ou mulher, tem se afetado tanto quanto nos últimos tempos de atos absurdos cometidos por muitos agentes políticos e homens públicos do que no último tempo. A Operação Lava-Jato liderada pelo Juiz Sergio Moro provocou muito desta reação popular contra a classe política pelas constatações conhecidas, mesmo quando ela se manteve seletiva, ou seja, ela visivelmente poupa lideranças conhecidas do PSDB flagradas e denunciadas em delações.

 Mas, mesmo também identificando a ação seletivas do Ministério Público Federal e com procedimentos típicos de parcialidade, a Lava Jato tem cumprido papel muito importante na conjuntura nossa de cada dia.

AMPARO À LEI E SEUS ATORES

 A importância da operação é de tamanha dimensão pedagógica que não há procedimento manipulador para uns em detrimento de todos que faça a sociedade brasileira, em todos níveis, a deixar de apoiar a Lava Jato.

 Compreender e apoiar a referida Operação se traduz em necessidade de amparo para que ela continue e se expanda chegando a mais gente e a toda a estrutura corruptora, expressamente na classe política, como em outras instituições.

 Trocando em miúdos é fundamental apoiar a existência e ampliação da Operação.

MAS, COMO TRATAR EXCESSOS

 A reação contra a impunidade e as manobras produzidas por líderes políticos nesta atual fase de discussão e aprovação dos 10 pontos de regras para punir os corruptos causaram distorções nas quais misturaram alhos com bugalhos e agora emergiu uma onda achando questionar os excessos do Judiciário e MPF é coisa de bandido.

 Na prática e na vida real não é porque, mesmo conceituando a lisura do Judiciário, há sim quem possa em nome da Lei estar exorbitando.

 Nesta fase de caça às bruxas não podemos descartar a hipótese de magistrados estarem no excesso da sua condição judicante e "no silêncio de sua opção partidaria" estar produzindo decisões acima da lei.

 Ora, nestes casos de real abuso de PODER como tratar, encarar e até punir quem assim procede? Vai ficar por isso mesmo?

 Não, em casos de procedimento neste nível, tem de haver regra para evitar que a minoria ou a quantidade que for do Judiciário contamine a postura indispensável da Justiça.

 Aliás, ninguém nem mesmo o Judiciário pode estar acima da Lei. 


Aguça a divergência e posicionamento entre Temer e Governadores do Nordeste

Há uma realidade política de gestão com base partidária e ideológica na conjuntura atual que faz o presidente Michel Temer estar, sem querer ou não, ampliando cada vez mais o fosso entre os interesses dele e os dos nove governadores do Nordeste, todos divergentes quanto ao modelo e forma de aplicabilidade das Políticas do presidente no País e nos 9 Estados.

Em princípio, na essência de tudo, está o conflito de trato do que se considera Política de Ajuste Fiscal porque todos os Estados se fazem envolvidos com a materialidade desta necessidade de Gestão de redução de gastos e otimização das Políticas muito antes dele impor como condição de ajudar mais os 9 entes federativos afetados pela redução dos repasses da União.

Michel Temer talvez influenciado pelo constatação de caos no Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul ignore ou dê pouca importância ao fato de que a maioria dos Estados nordestinos já faz seu dever - de - casa com alguns deles em situação exemplar, como se constata em Alagoas, Paraíba e Piauí.

São os dados do Tesouro Nacional quem atestam isso, razão pela qual não cabe exigência de Temer para recompor as perdas dos Estados por responsabilidade do Governo Federal no repasse de obrigações como FPE e FUNDED condicionando afazeres já feitos.

Só que, em face do atraso dos repasses manobras fiscais não reduziram o drama com Pessoal e as Obrigações da Previdência, quesitos nos quais a maioria anda com reais problemas.

ESTADOS COM LÍDERES EM ASCENSÃO

Antes de tudo, é preciso admitir que há um sopro de novas cabeças no comando dos Estados com vínculos à Esquerda.

Bahia (Rui Costa), Ceará (Camilo Santana), Maranhão (Flávio Dino), Paraíba (Ricardo Coutinho) e Piaui( Welligton Dias ) - Todos mais à Esquerda, mais Alagoas (Renan Filho), Rio Grande do Norte (Robinson Farias) e Pernambuco (Paulo Camara) compõem yma Geopolítica divergente dos aliados de Temer nos Estados, logo é ambiência contraria a ele em termos de origem político - partidária.

Para piorar, o presidente foi na onda de seus aliados em nível de cada Estado jogando duro contra os governadores - caso típico da Bahia, onde Geddel Vieira Lima e ACM Neto mandam jogar duro contra Rui Costa e Jaques Wagner.

O mesmo modelo aplica-se a outros estados envolvendo aliados de Temer como Eunice Oliveira e Tasso no Ceará, Cassio e José Maranhão na Paraíba, etc.

NA EDUCAÇÃO, CONTRA REFORMA

O governo Temer passa a conviver desde a último fim-de-semana com posição fechada pelos Secretários de Educação dos Estados se posicionando contra as medidas defendidas pelo ministro Mendonça Filho a partir do Ensino Médio.

Como se diz lá na Torre, a onda em torno de Temer não anda para peixe. 


Afinal, por que o PSDB prepara Romero para Majoritária ? Tem cacife?

Nos últimos tempos, o PSDB paraibano resolveu colocar como forte possibilidade na projeção de futuro próximo, em especial 2018, o nome do prefeito reeleito de Campina Grande, Romero Rodrigues, como opção partidária na parte majoritária.

Ora, se é majoritária a intenção de cargo para Romero, algumas perguntas já se fazem existir para compreensão do futuro tucano na Paraíba. Senão vejamos:

- Com Romero candidato ao governo ou a vice, significa dizer que Cássio disputará o Senado?

- Nesta condição majoritária, Romero tem cacife estadual para isso?

- O Acordo é oferecer meios para Enivaldo Ribeiro assumir a Prefeitura?

TAMANHO DE ROMERO

A dados de hoje, o prefeito camponese é um vencedor, sem dúvidas, a partir da reeleição. Mas, daí já pular para a disputa majoritária sobretudo de cabeça-de-chapa é uma dose exagerada porque ele não tem ainda dimensão estadual. Vai precisar viajar muito interior agora para ter dimensão estadual.

Seja o que for nesta conjuntura exposta pelo presidente Ruy Carneiro o fato mais relevante é que Cássio disputará o Senado.


A soberania dos bandidos agora atacou a WSCOM

Está difícil sobreviver no Centro Histórico de João Pessoa. Pela quarta vez durante os 16 anos de WSCOM fomentando ação empresarial de vanguarda nossa sede na Praça Dom Úlrico, 16, foi arrombada pelos marginais de sempre na visão da vida privada.

Não sei qual dos sentimentos mais se evidencia numa hora desta, além da indignação por atestar a ineficiência de nossa segurança de forma continuada. É a quarta vez que isto acontece, apesar dos serviços de segurança básica.

Sei que a abordagem parece defesa frágil de cidadãos desguarnecidos, indefesos, mas é muito mais do que isso.

Se traduz no desencanto, portanto, descrença na nossa cidadania porque não basta suar muito para manter empregos a custa de altos impostos e, ultimamente, pouca rentabilidade.

O que fazer? - diria assim qualquer pessoa arrombada, agredida, furtada.

Não sei, mas deste jeito não pode continuar. Pior sem nenhum amparo nem alento das autoridades policiais.

É muito duro. Mais que revoltante, a constatação de onde nos chegamos.


O símbolo da procissão, a influência do Papa e a política

Há anos acompanho desde a saída da Igreja de Lourdes, na Rua João Machado, a Procissão de Nossa Senhora da Penha - a mais forte manifestação de rua da Igreja Católica na Paraíba. São milhares de pessoas - nelas peregrinos de vários lugares - mantendo a chama acesa da Fé.

Quem acompanha atentamente percebe o mistério da Fé nos rostos anônimos de pessoas visivelmente pobres conduzindo consigo Promessas e realizações que também atraem gente de classe média para cima. Na Fé não há distinção de desejos entre pobres e ricos.

MAS HÁ SÍMBOLOS DISTINTOS

Desde quando começou, a procissão registra a condução da Santa em Andor conduzido por um grupo de cidadãos das Antigas, desde que os pescadores passaram para eles, a condução da Imagem original.

Careca, Marcos Medeiros, Naná (este andando no estaleiro), etc, são como uma espécie de Síndicos do Andor Coordenando o revezamento de quem se dispõe a levar a Santa nos ombros. E tem hierarquia nesse comando.

Mas, de uns tempos para cá, a dimensão da Procissão exigiu da Paróquia na praia da Penha a se organizar de tamanho Master, coisa se estrutura grande, tanto que adicionaram outra a imagem da Santa conduzida em caminhonete bem iluminada, sem contar os enormes trios elétricos para animar os fiéis.

Já se foi o tempo da ladainha ou da reza das Beatas tomando conta com suas canções religiosas de valor especial. Nada de "Até, Avé Maria...:, agora são bandas musicais com repertório animado levando novas gerações aos gestos de adoração.

A FORÇA DO PAPA

A impressão é de que a flexibilização da Igreja Católica com a Era do novo Papa Francisco fez a Procissão atrair cristãos se gênero sexual abolido do ambiente católico.

Sem nenhuma discriminação posta, no curso da Procissão era muitos os LGBTS em grupo ou em ação individual convivendo com a heterossexualidade sem nenhum problema - E isto é avanço para um ambiente conservador e preconceituoso até demais.

CADÊ OS POLÍTICOS?

Na versão 2016, em pleno Novembro Azul findo, a quantidade de políticos na procissão caiu assustadoramente, diferente do ano passado, véspera de eleições.

Deu para ver o prefeito Luciano Cartaxo é sua companheira Maísa, deputado João Gonçalves, vereador João dos Santos e o filho deputado Emano. Foi até onde a vista alcançou.

Em síntese, prova que muitos se aproveitam da Fé apenas em busca de votos. Triste, mas é a realidade posta.