Eficiência da articulação política de Wagner o faz alvo para inibir avanços

De repente, com dizia o Poeta, não mais do que de repente, o Ministro Chefe da Casa Civil, Jaques Wagner, entrou no alvo dos adversários indormidos do Governo Dilma, tanto quanto atéde setores do Partido dos Trabalhadores. A causa: a interlocução do ex-governador baiano em ter, ao lado do Ministro da Secretaria Geral, Ricardo Berzoini, construído a mais forte e exitosa articulação política o fez ser alvo de uns dias para cá tentando desestabilizar o Governo.

Como não há espaço vazio criado ao longo do ano de 2015 por tudo o que se sabe, o Ministro da Casa Civil ocupou um enorme fosso político em torno da Presidência da República que, vamos combinar levando em conta a verdade dos fatos, Dilma patinou o tempo inteiro sem conseguir construir a ponte de negociação política com o Congresso Nacional, partidos e lideranças levando-a à beira do caos.

Somente após a chegada de Jaques Wagner e Ricardo Berzoini para dentro do “olho do furacão” encarando ponto a ponto as potencialidades e fraquezas políticas do Governo, eles passaram a consertar cada uma das brechas e problemas advindos da falta de habilidade e confiança nas negociações. Resultado: o ano terminou com vitórias no Congresso Nacional com a rearticulação da base aliada.

A FASE MERCADANTE NÃO DEIXOU SAUDADES

Se reparar direito, toda a crise vazada até o final de 2015 tem origem anterior no processo construído pelo senador Aloizio Mercadante desde a campanha até a fase posterior de governo, quando gerou muitos problemas para a presidente, mesmo que a intenção fosse de protegê-la diante do furacão politico em torno do PT.

Por vários motivos, Mercadante acabou sendo um problemão nas relações de Dilma com seu maior avalista, ex-presidente Lula, o PT e partidos aliados, sobretudo o PMDB – este com postura esquisita e de boicote silencioso – ao lado de outros partidos “menores”, todos mantidos com diversos parlamentares (mais de 100) bancados desde a fase de campanha passada pelo deputado federal Eduardo Cunha, o maior algo do Governo Dilma destruído por si próprio, ou seja, por sua podre carreira politica.

Neste emaranhado, Mercadante não soube usar de suas teorias e conhecimentos políticos para debelar a onda contra Dilma e terminou sendo motivo para a mais forte crise de inabilidade e rejeição, que se viu existir e/ou constatar em torno dele.

ALÉM DO ALVO

Jaques Wagner tem estado na mira porque, por incrível que pareça sem nenhuma intenção prévia nem mínima menção sobre o futuro presidencial, ele passou a ser tratado também como uma “promessa” para 2018 fora da opção consolidada de Luiz Inácio Lula da Silva, em face do êxito efetivado na Casa Civil.

Ora, em pleno clima de conspiração elevada contra o Governo e o PT ter um nome despontando, sendo ungido pela competência demonstrado logo passou a ser alvo de fora do Governo e dentro do ambiente petista pelas verdades que sabe e tem moral de abordar.

Trocando em miúdos, eis que de um terreno árido, em tese sem perspectiva de florescer com perspectiva de êxito futuro, surge um personagem com histórico e capacidade de vencedor por saber exercer o Poder no ponto certo e com credibilidade para os entendimentos que só craque sabe executar nas horas difíceis do jogo de campeonato.

Pelo sim, pelo não, Jaques Wagner ainda vai mais longe. O tempo, como diz o provérbio bíblico, é o Senhor da razão.

Aguardemos.

CASA CIVIL COMO TRAMPOLIM?

Muitos esquecem ou dão pouco valor, mas foi a Casa Civil quem fez o ex-Ministro José Dirceu ser tratado como potencial candidato a sucessor de Lula. Os adversários nacionais e internacionais perceberam isto logo cedo por isso construíram toda a estratégia envolvendo parte do Judiciario, Ministerio Público, PF e a Grande Midia para fulmina-lo.

Dilma Rousseff, aliás, foi a Ministra desta Pasta poderosa, porque não dizer.

No caso de Wagner, mesmo com as intenções da Grande Midia de golepá-lo, com ele é diferente o processo sequenciado porque, como gato de 7 vidas, ele tem sabido suportar e superar as adversidades dos humanos golpistas.

Depois de ter superado tantos testes na Bahia contra o então poderoso esquema imbatível de ACM, ele pode se dar ao luxo de dizer que está purificado, quando menos protegido pelos Orixás da Bahia para ter o “corpo fechado” às agruras plantadas pelos inimigos da inclusão social.

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“O olho que existe/ é o que vê...”


A compra de votos anda solta com pouco flagrante

O sistema politico brasileiro tem buscado de formas diferentes estabecer meios de se aperfeiçoar maximamente para se referenciar pelo modelo e lisura mesmo assim, em que pesem os esforços, não consegue abolir de vez das disputas eleitorais a chaga da compra de votos.

Para não ficar em teses, sem antecipação de juizo de valor, levemos em conta um Boletim de Ocorrência registrado na cidade de Mamanguape, a poucos quilometros de João Pessoa quando uma guarnição da PM deteve um candidato a vereador do PMDB, José Leandro Lelis Filho, com dinheiro, material de propagando e anotações de possiveis beneficiários tipicas de esquema de compra de votos.

A OPERAÇÃO DE VÉSPERA

O que foi constatado em Mamanguape na busca de favorecer o candidato a vereador e seu candidato a prefeito, Fábio Fernandes, se houvesse investigação consistente ou estrutura de Inteligêncial policial, certamente o episódio seria identificado em todos os municipios do Brasil.

Vamos repetir: há casos de compra de votos em todo Pais porque virou valor cultural, sobretudo das camadas mais necessitadas, a captação de dinheiro pequeno às vésperas das eleições.

É minoria o conjunto de candidatos à majoritária e proporcional a não empregar esta chaga na vida politica nacional.

E agora, o que fazer?

Resta a vigilância possivel e a imperiosa necessidade de construção de uma Reforma Politica lúcida, com valores realistas de acatamento por todos atores do processo tratando da questão de financiamento de campanha - a pública parece menos deformada - antes que sejamos uma comprada Democracia municipal.

Há tempo futuro à vista.


Nova pesquisa muda projeção na Capital e conflito entre institutos

Menos de 24 horas de divulgação de pesquisa pela TV MASTER apontando diferença de 7% entre os candidatos Luciano Cartaxo e Cida Ramos com chances de segundo turno, eis que no inicio da noite uma outra pesquisa é veiculada, agora pelo Maispb, apontando reeleição do atual prefeito.

Os números do Instituto Veritá são: Cartaxo (PSD) com 45,4% dos votos dos pessoenses contra 21,1% da segunda colocada, a professora Cida Ramos (PSB). O professor Charliton (PT) soma 2,2% dos válidos e Victor Hugo (PSOL) 0,1%. Brancos e nulos atingiriam 18,8% e não sabe ou não respondeu, 12,3%.

Já na pesquisa estimulada levando em consideração apenas os votos válidos, Luciano Cartaxo alcança 65,9%, contra 30,6% de Cida Ramos. O professor Charliton  soma 3,3% dos válidos e Victor Hugo 0,2%.

ALÉM DA METODOLOGIA

O fato é que a disparidade de projeções entre os dois institutos, diametralmente oposto um ao outro, mostra que mesmo respeitando possiveis metodologias distintas alguém está produzindo trabalhos de consistência duvidosa.

Não dá para ser tão distantes as avaliações de campo, logo as duvidas passam a se somarem no decorrer dos dias até a votação no domingo.

É para lá que nos conduzimos.

Voltaremos ao assunto.
 


Pesquisa da TV MASTER chega como “Bomba”

Desde a noite de segunda-feira, a partir das 22h26, crepita nos bastidores da sucessão em João Pessoa uma informação veiculada pela TV MASTER que, sendo procedente no exercicio das urnas na direção de domingo, mexe fortemente com a eleição na Capital, pois, com base nos números publicados passa-se a conviver com a perspectiva de segundo turno – algo inimaginável tomando como referência todas as últimas pesquisas publicadas.

O QUE DIZ A PESQUISA

Vamos nos restringir estritamente ao que publicou a emissora:

“A TV Master divulgou nesta terça-feira durante o programa Conexão Master, uma pesquisa do Instituto de Recife-PE, LGLuz Consultoria, que traz uma diferença de 7,4% entre os dois principais concorrentes à Prefeitura de João Pessoa.


Luciano Cartaxo aparece com 42,1% (PSD), enquanto que Cida Ramos (PSB) tem 34,7%. Em terceiro lugar, com 2,2%, está Charliton Machado (PT), seguido de Victor Hugo (PSOL), com 0,8%. Indecisos somam 6,8%; Indecisos, 4,6%; não responderam, 4,4; e nenhum deles somam 4,4%.


NÚMEROS FORMAIS E VOTOS VÁLIDOS


A pesquisa foi realizada entre os dias 22 e 24 de setembro e ouviu 1.186 eleitores em 25 bairros pessoenses. A margem de erro e de 2,9 pontos percentuais e o intervalo de confiança é de 95%.


Considerando apenas os votos válidos, excetuando os indecisos, brancos e nulos, a pesquisa apresenta o seguinte resultado: Luciano Cartaxo, 52,7%; Cida Ramos, 43,4%; Professor Charliton, 2,9%, e Victor Hugo, 1%. Já no quesito rejeição, Cida Ramos tem 20,8% contra 19,9% de Luciano Cartaxo. Professor Charliton surge com 16,1% e Victor Hugo aparece com 8,1%.


EFEITOS E REAÇÕES


Os dados da pesquisa da TV MASTER merecem análise fria porque, como dissemos no inicio do Blog, em procedendo da forma posta significa afetação no processo eleitoral da Capital.


Trata-se, em tempo, de uma avaliação de campo produzida por uma empresa desconhecida do mercado – a LGLUS Consultoria, de Recife, portanto, a emissora e instituto estão no alvo de uma cobrança muito forte por todas as implicações existentes em torno dos dados.


CONTESTAÇÃO


O jornalista Josival Pereira, “Homem da Comunicação” da campanha de Luciano Cartaxo contesta a projeção porque, conforme revelou, os monitoramentos existentes e disponiveis pela equipe de Marketing de LC não atestam mudança favoráveis ao prefeito.


Em sintese, como se intuir ser óbvio haver animação por parte da candidata Cida Ramos, Professor Charliton e Victor Hugo, só resta acompanhar e constatar as novas fases do enfrentamento na reta final.


Agora, que os números mexeram, certamente mexeram.

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“O olho que existe/ é o que vê...”
 


Camará: um marco da Reconstrução e a sede de Futuro sem retrovisor

Não precisa ser engenheiro, geólogo, Historiador ou economista para atestar a dimensâo da entrega da nova Barragem de Camará, no Brejo  por toda a sua simbologia histórica de forte influência,, que passa a ter para milhares de pessoas em16 municipios, a exemplo de Esperança e  Remigio - até ontem sem saber o que era água na torneira.

O governador Ricardo Coutinho ao fazer a entrega desta Obra imortalizou-se pela natureza politico-administrativa sensivel e decidida porque o que fora obrigação dos ex-governadores José Maranhão e Cássio Cunha Lima - nos dois mandatos da tragédia em Camará - acabou sendo resolvido na atual gestão sem promessa.

É realização refluindo em favor da coletividade substituindo agonia por esperança.

ESPIRITO ELEVADO

A convite, estive vendo de perto o marco histórico e fiquei tocado, sensibilizado.. Lembro-me bem como se fora hoje o desmantelo do arrombamento da barragem em 17 de junho  de 2004, perto do São João.

Passados dos 12 anos, chamou-me a atenção a postura do governador ao ser instigado a falar do passado, dos dois ex-governadores.

Sereno, preferiu dizer que era mais importante olhar e agir para frente ao invés da execração que outros fariam olhando para o retrovisor.

E isto é atitude Lider politico diferenciado.

A realização da obra com recursos públicos próprios do Estado numa difícil fase da economia nacional e da própria máquina administrativa somente é possivel com competência.

Seguro, com base em números estatísticos, Ricardo se disse com sede de Futuro na construção de um novo diálogo com a sociedade paraibana, a partir de uma nova cultura de convivência referenciada com mais volume e nível de ações num patamar inovador: com participação popular merecendo empoderamento politico até então visto.
 


Efeitos da Grande Caminhada Girassol em Mangabeira

Quem foi ou viu de longe a caminhada comandada pessoalmente pelo governador Ricardo Coutinho e Wilson Filho, posto que Cida Ramos foi poupada para o debate na TV Correio, neste domingo à noite, haverá de atestar: teve dimensão de gente grande, de quem está na disputa.

O volume de pessoas presentes ao ato desmistifica a tese de "passeio" do candidato à reeleição, porque além da quantidade de pessoas podia-se notar cumplicidade pelas ruas percorridas.

CAUSAS E EFEITOS

Não só na campanha como um todo, mas em Mangabeira no particular, a influência de Ricardo é facilmente constatada pelo volume de fortes interferências feitas por ele a partir do Viaduto construido em Contorno sem expressividade, a Escola Técnica, Mangabeira Shopping, etc.

Depois de Tarcisio Burity, criador do bairro, não há nenhum outro Governante com tamanho volume de obras em Mangabeira dai a sintonia em nivel diferenciado.

A referência destas ações de Ricardo acabam que espraiando pela Zona Sul para onde cresce a cidade em volume muito expressivo de pessoas.

Na prática o papel, o reconhecimento são constatados em todas as pesquisas influenciando pró Cida, sem dúvidas, como se atestou neste domingo.

SALDO E FUTURO

Por fim, pelo que se viu na caminhada, primeiro, é de admitir que a reação de Cida entrou em cena para valer na reta final e, segundo, não é possivel ignorar que os últimos dias podem apresentar mais volume com Ricardo à frente.

Se isto é verdadeiro, Cida tende a avançar nos indices percentuais dependendo também de seu desempenho nos debates da TV Correio (neste domingo), TV Tambau (terça-feira) e TV Cabo Branco (sexta-feira).

É possivel novidades.


A manifestação de Luciano Cartaxo na reta final

De todos os atos públicos promovidos pelo candidato à reeleição Luciano Cartaxo até a presente data em plena campanha eleitoral, nenhum deles tomou o tamanho da manifestação de sábado, pela Rua Tito Silva passando pela Av Epitácio Pessoa até o Busto de Tamandaré.

É indiscutivel o volume da maior das atividades de rua do candidato do PSD.

SIMBOLOGIA E REALIDADE

Já era esperado o público até pela confluência de interesses dos muitos candidatos e dos aliados convergindo em face de vários interesses.

A manifestação do sábado celebrou a união dos partidos e lideranças tradicionais presentes ao ato, à exceção do senador Cássio Cunha Lima que mais uma vez se ausentou de se apresentar publicamente na campanha.

Luciano granjeou, como prova o expressivo público presente, uma banda da cidade que quer se manter no Poder por uma vertente politico de Centro - Direita com participação diferenciada (comprimida) do PC do B, estranho nessa aliança, com adesão de setores das Classes A e B.

O favorito candidato é fruto de seu mandato, tem mérito para se credenciar por construir a aliança que quis formar, embora seja na essência o representante de todas as lideranças politicas tradicionais contra o governador Ricardo Coutinho,.seu ex-aliado.

TUDO NO PRIMEIRO TURNO

A campanha volumosa de Luciano Cartaxo conduz consigo uma estratégia clara: todos em torno dele estão jogando tudo para vencer a eleição no primeiro.

Este é o elemento basilar mas nem por isso perigoroso, sobretudo dentro da márgem no tabuleiro de possibilidade qualquer de segundo turno, condição esta fulminante aoa interesses da canpanha.

ELEITORADO INDECISO

A semana chega com a necessidade de todos os candidatos focarem nos indecisos, em especial Luciano e sua rival, Cida Ramos. É estratégico, é fundamental.

Há que se levar em conta o percentual entre 16 a 18% - número expressivo faltando uma semana exata para a eleição, uma vez que uma pergunta não quer se calar: por que esse contingente não aderiu à Situação bem avaliada?

Em sintese, Luciano deu demonstração de força no sábado agora chegando na semana final. 


A simbologia do Viaduto do Geisel e a estranheza de Santiago

Sábado comum, o penúltimo antes das eleições municipais, com um fato administrativo e uma repercussão tomando conta dos bastidores da disputa em João Pessoa "pegando fogo", como se diz lá na Torre.

A questão administrativa com efeito politico se aplica à entrega nesta sábado de novo trecho do Viaduto do Geisel na direção de Cabedelo desafogando o tráfego na entrada e saída da Capital. Sem favor algum é, sem dúvidas, uma das mais fortes intervenções de Mobilidade Urbana da Capital.

O outro tema merecendo bla-bla-bla nos bastidores é a fala do ex-senador Wilson Santiago afirmando que existe um clima estranho do eleitor na Capital podendo gerar surpresa no resultado eleitoral do dia 2 para prefeito.

O EMBLEMA DO VIADUTO

Tudo passaria sem efeito e necessidade de análise conceitual e politico se não estivesse em cena a figura do governador Ricardo Coutinho por seu novo feito de repercussão diferenciada porque a obra do Viaduto reverbera para dentro e fora da cidade.

Ora, se isto é verdade sem contestação, como isso pode ou não ser um elemento de influência na.eleição municipal em particular na campanha de Cida Ramos, já que ele é o principal eleitor e cabo eleitoral da candidata?

Faltando uma semana, como isto influenciará?

Com Ricardo ninguém brinca portanto vamos aguardar e dimensionar o tamanho desta e de outras ações. Mas tem peso.

A ESTRANHEZA TEM EXPLICAÇÃO

A raiz da abordagem do ex-senador está nos reflexos do alto desgaste da classe politica anotando ainda faltando uma semana para o pleito, um indice elevado de indecisos e votos nulos.

Há um descontentamento ainda não identiticado se é generalista enquanto reação do eleitorado ou se tem a ver com os candidatos da majoritária.

Além do mais indaga-se se os Institutos de pesquisa estão captando a "verdade" por tras da estranheza de Wilson Santiago.

Alie-se por fim a este cenário o fato de João Pessoa enquanto colégio eleitoral gostar de surpreender. O clima de agora já se viu anteriormente.

Se é assim, quem está sendo alvo desta estranheza beirando a "golpe" contra alguém. Quem está na Situação precisa se precaver mais.

UMAS & OUTRAS

...A ex-deputada federal Lucia Braga anda tomando seu tempo na periferia em busca de votos para se eleger.

...Seu marido usa seu recall para pedir votos em nome de seu passado.

...Lucy Alves continua estrela ascendente. Vai participar de festa internacional de.música em Las Vegas. Uma maravilha.

...Ela é "cabo eleitoral" de Fuba, ontem visto no MAG Shopping.

...Zé Mariz fez reunião social ontem atraindo muitos advogados para sua campanha a vereador. Foi prestigiada.

Depois trago mais.

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"O olho que existe/ é o que vê" 


O significado do debate da TV Cabo Branco

Toda a expectativa da semana adiante, véspera da votação de 2 de Outubro, se volta para a ação da militância em cada ponto da cidade buscando cada voto dos eleitores indecisos – na atualidade beirando 16 / 18%.

Trata-se de um percentual ainda expressivo para uma campanha numa cidade comumente de disputa acirrada.

Independentemente dos humores das coordenações de campanha, em especial dos dois principais candidatos – Luciano Cartaxo X Cida Ramos ou, inversamente, Cida Ramos X Luciano Cartaxo -, é possível que haja no debate de sexta-feira próxima na TV Cabo Branco um elemento a mais na definição do eleitorado.

É verdade que ainda tem o da TV Correio, mesmo assim não é exagero tratar o efeito do sinal Plim-Plim com maior raio de alcance.

PERFORMANCE DEFINIDORA

Cada um dos três candidatos no debate – acrescentando o professor Charliton, já que por prerrogativa a emissora não incluirá o candidato do PSOL, Victor Hugo -, pode reproduzir mesma retórica ou performance sem novidades, ou não, como diz o Mano Caetano.

É bom lembrar que foi o debate da TV Cabo Branco entre Ricardo Coutinho e Cássio Cunha Lima com este último deixando transparecer imagem tremendo e, por conseguinte, com melhor desempenho do governador que a parada foi para o segundo turno em 2014. Como se diz lá na Torre, numa peinha de nada, mas foi e virou o jogo.

Trocando em miúdos, é preciso levar em conta o referido debate porque tudo pode acontecer, inclusive nada.

WSCOM DIVULGARÁ PESQUISAS

Na próxima semana, o Portal WSCOM fará a exposição de algumas pesquisas envolvendo municipios importantes.

Vamos apresentar a intenção de votos em Cajazeiras, Sousa e Esperança, através do Instituto CONSULT, cujas pesquisas já foram registradas.

Há possibilidade real de pesquisas em Bayeux. Outros municipios estão em exame para medidas legais exigidas pela Justiça Eleitoral.

UMAS & OUTRAS

...O deputado federal Aguinaldo Ribeiro ofereceu uma reunião expressiva de apoio na reta final de seu PP e aliados para o prefeito Luciano Cartaxo, lá no Hotel Caiçara.

...O ex-senador Wilson Santiago diz por telefone ao Colunista que anda animado quanto à hipótese de segundo turno.

...O presidente do PSDB, Ruy Carneiro, diverge da opinião de Santiago.

...Ainda hoje o deputado estadual Edmilson Soares se diz impressionado com a convicção do governador Ricardo Coutinho de que haverá segundo turno.

...O cantor e compositor Totonho foi escolhido pela Secretaria de Cultura do Ceará para dois shows naquele estado quando da apresentação de Acervo lúdico da Cultura Popular cearense por ser considerado pela Curadoria como artista com perfil diferenciado construindo pontes entre o popular e a inovação musical.

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“Pela última vida/ poucos amigos hão de te procurar...”


Até quando Justiça e MPF vão impor Estado de Exceção no país livrando líderes e partidos pró-Temer?

Anos atrás, em tempos fechados, recorria-se normalmente - e muito - ao bispo ou ao juiz para resolver excessos na vida democrática do Brasil.

 

Na fase atual, diante de tudo que existe de Grande Trama para eliminar Lula e o PT, na mesma ordem inversa onde ninguém da atual situação (ex-oposição) é afetado ou punido, já não vale recorrer ao juiz, só mesmo ao bispo sem prestígio pode-se socorrer.

Enquanto o STF recusa prender Eduardo Cunha acusado formalmente de desvios, da mesma forma que o procurador Rodrigo Janot age descaradamente protegendo PSDB, PMDB, etc e seus líderes, eis que o juiz Sérgio Moro apronta mais uma vez mandando prender o ex-ministro Guido Mantega, depois determina soltá-lo em mais um ato de excesso inaceitável no caso Lava Jato.

ABUSO SOBRE ABUSO

A ordem jurídica no país perdeu seu referencial e zelo pelos primados da Constituição diante de uma super-estrutura montada com aval do capital e de setores dos EUA, exclusivamente com objetivo de entregar nosso patrimônio ao interesse externo, mas antes disso precisando fulminar as conquistas da Era Lula/Dilma e, pior, a legenda petista e seu principal líder.

Ora, se tudo isso é verdadeiro, quem vai colocar o "guizo no gato" na estratégia produzida por quem deveria estabelecer a justiça diante de toda a realidade em curso? Como fica já se identificando projeções de que a nova fase leva a convicções de que a Lava Jato é apenas imstrumento politico e só.

Quando, por fim, as instituições e nomes relevantes do país vão se unir para gerar meios políticos e juridicos de conter tamanha anomalia?