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Janguiê Diniz

Janguiê Diniz é procurador Regional do Ministério Público do Trabalho (PE), exerce a função de professor efetivo da Faculdade de Direito do Recife (UFPE), é Diretor-geral da Faculdade Maurício de Nassau e presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras das Faculdades Isoladas e Integradas (Abrafi).


O encantador de bebês fofinhos - parte 1 (vale a pena ler de novo)

Postado por Janguiê Diniz as 11:32 h

Ou eu começo a cumprir promessas aqui, ou fico parecendo pertencer a uma raça dos que prometem, prometem e... viram administradores públicos. Então continuemos a postar os textos antigos que foram apagados. Novamente ressalto o critério das repostagens: os leitores gostaram e comentaram no wscom, gostaram e comentaram pessoalmente comigo ou eu gostei do texto!

(...)

Bom, eu prometi que iria falar algumas maroagens para acalmar bebês. Devo deixar claro: aprendi por tentativo e erro. Mais erros que sucessos. E devo deixar mais claro, ainda: saber disso é mais importante que tudo nos primeiros meses de vida da figurinha. Quer dizer, não é mais importante que amamentação. Lógico.

Mas se a gente pensar nas preocupações comuns das mamães e papais-bocós nesse período, vê que muitas não estão no principal. Por exemplo: como e quando cai o resto do cordão umbilical? Tem mãe que leva o cordão pro pediatra e pede:

- Cheire aí doutor!

Imagine a patetice! E o médico tem que cheirar por respeito. Nossa Senhora! São sete dias cuidando com alcoól e pronto. Cai sozinho. Enquanto não cai bota ele dentro da fraldinha. Pronto!

Agora, acalme um bebê! Dou um picolé para quem fez isso de primeira. Tranquilo feito o governador Maranhão. Du-vi-dê-o-dó!


Bom, acho que o mais importante agora é dizer o que não fazer. Quando o neném ficar inconsolável, chorando, chorando e berrando não se deve ignorar. NUNCA. O livro do doutor Delamare dizia que choro do tipo "manha" ou "birra" deve ser tratado com berço, sozinho e porta fechada. Eu, mesmo sendo engenheiro, digo: NUNCA FAÇA ISSO. E rasgue essas páginas do livro.

Nenhum choro deve ser ignorado nem tido como manha. NENHUM. Considere que o bebê antes do terceiro mês deve ser entendido como um feto fora da barriga. Isso mesmo: não é um bebê. É um feto.

Aí vem gente dizendo: "deixe ele no braço e se acostumar com isso, quando tiver 15Kg você vai ver". Pode esquecer isso. Eu nem considerava.

Como nos 3 primeiros meses ele ainda é um feto, deve-se entender que esse tempo é como o 4 semestre de gestação. Então, se no útero ele ficava 24h por dia em contato com a mãe, deixar ele, teoricamente, 12h no colo já seria um corte de 50% de contato. Como ficar mal acostumado com cortes tão grandes?

Outra coisa a não fazer é, depois de 30, 45 minutos chorando sem parar, jogar o bebê fora, colocar no microondas, sair gritando junto ou amaldiçoar o momento em que tão carinhosamente essa criaturinha foi concebida. MÃE, TENHA CALMA. PAI, VOCÊ TAMBÉM.

Brincadeiras à parte, sabendo que, se o bebê tem menos de três meses (fora da barriga), portanto sendo um feto, você deve tentar reproduzir características do útero para que ele se sinta mais seguro e confortável. Sentindo-se seguro, ficará calmo. Calmo ele não chora. Sem chorar fica mais fácil dormir.

A maioria dos médicos nem toca nesse assunto. E tem mais, quando os pais falam sobre as noites sem dormir, o choro que não para e tudo o mais, a resposta geralmente é: depois dos 3 meses melhora. 3 MESES! Como aguentar 3 meses disso, cara-pálida?

Bem, realmente melhora. Existem razões científicas para isso. É justamente quando os fetos se tornam bebês. Os pormenores biológicos do que acontece na criança fojem ao escopo deste texto. Porém, tem como ter melhor qualidade de vida antes dos 3 meses. JURO.

A primeira dica prática é não colocar o bebê deitado de barriga para cima enquanto estiver chorando. O choro aumenta violentamente. Isso ativa algum sentido de alerta daquela coisinha barulhenta. Na falta de algo melhor para fazer, deixe no braço.

Identificar porque o neném está chorando também é importante. Fome? Mamar. Fralda suja? Trocar. Frio? Aquecer (de preferência no colo). Mas, e o choro que não tem nenhum motivo aparente? Aquele do tipo bebê nervosinho? O que fazer?

A resposta para isso fica para "O encantador de bebês fofinhos - parte 2".


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