O GRANDE NEGÓCIO DO FUTEBOL

neymar blog gil

                   Em 2014, escrevemos aqui sobre o grande negócio mundial do futebol. Diante da notícia que ganhou as manchetes da semana, com a bilionária contratação do jogador brasileiro Neymar, pelo Paris Saint Germain, a maior de todos os tempos até o presente; resolvemos relembrar o texto escrito naquele ano. Detalhe: em 2012 quando morei algum tempo em São Paulo, vi esse mesmo Neymar entrar em campo sendo vaiado por uma multidão que pedia: FORA NEYMAR da Seleção Brasileira. Foi uma época em que o atleta esteve mal nas paradas, caía muito em campo e baixou sua audiência. Como o mundo gira, Neymar deu também sua volta por cima, e detalhe ainda mais importante, mesmo sofrendo processos judiciais, vivendo a limitada vida de uma estrela, ela não perde a simplicidade, hoje com falas muito mais maduras em suas entrevistas. Leiamos o artigo de 2014.
https://www.wscom.com.br/blog/gilsabino/o+futebol+e+as+chuteiras+de+ouro-10899


O FUTEBOL E AS CHUTEIRAS DE OURO.


O negócio do futebol é um cada vez mais rentável, e disso não temos dúvida. Poucos eventos no mundo conseguem movimentar tantos países ao mesmo tempo, envolver jogadores, clubes, empresários, investidores, patrocinadores, mídia em geral. O resultado disso ultrapassa a barreira de simples transações movimentando nações inteiras, expandindo para o universo. É essa a realidade de valores entregues com a realização de uma Copa do Mundo, como a que acabamos de assistir em nosso Brasil.


O esporte vinculado ao futebol movimenta o turismo, bolsas de valores, logística, mobilidade, construção civil, mídia em geral, e muito outros setores da economia, até com a construção de cidades modelo dando suporte a grandes eventos; tudo isso a partir de uma bola que rola e a busca de troféus. O grande campeonato que passa desde, simbolicamente, os pés de pequenos atletas que muita vez, porque não dizer, na maioria das vezes, inicia sua carreira de sonhos e esperanças nas favelas, como mostra o filme animação oficial da FIFA, indo resultar na melhoria de vida e qualidade para todos.

O sonho de fama e fortuna de milhares de jovens candidatos a craques, verdadeiras estrelas mirins, começa pelas peneiras promovidas por captadores, ou caça-talentos, os agentes especializados em identificar, diagnosticar e contratar futuras personalidades do futebol mundial. Desde pequenos, caso do Neymar que aos 17 anos foi contratado sem nunca ter entrado em campo, são firmados acordos operacionais com as famílias, mantendo o compromisso de salários expressivos.
Jogadores com essa perspectiva atraem investidores como abelhas ao mel. Em pouco tempo de treinamento e início de carreira seus contratos multiplicam de valor, e passam a ser negociados entre clubes com ofertas de milhões de dólares, contratos de patrocínio e muito mais. Inimagináveis quantias aos nossos olhos, aos olhos de nossos clubes brasileiros endividados, que tentam segura-los para valorizar o título dos craques.

A partir de 1962 o Brasil passou a conhecer o grande negócio das chuteiras de ouro, quando o Juventus ofertou a proposta de 250 milhões de cruzeiros pelo passe do jogador Amarildo, do Santos. Na época, um escândalo que ganhou espaço na mídia nacional e a controvérsia por conta do Santos, que se negara a tal transação, nunca vista igual. Uma proposta por um garoto humilde de Vila Isabel, que andava de lotação e agora passara a valer 16 vezes o prêmio da Loteria Federal, da época.

Pelé, Maradona, Ronaldo, Ronaldinho, Messi, Neymar, e muito outros, são nomes que passaram a valorizar o negócio do futebol, ilustrando suas camisas e seus países, andando em parceria com as grandes marcas como a Nike, Adidas, e outras, não só de produtos esportivos, mas também alimentícios, energéticos, bancos, automóveis, e tudo o mais. São os chamados `Chuteiras de Ouro´.

Para esse evento que acabamos de vivenciar em nosso país uma outra campeã, a presidente Dilma; pela vitoriosa experiência de gestão conquistada à frente de tantos problemas que ameaçavam a sua realização. O pulso de sua gestão teve planejamento diversas vezes corrigido e criticado, as greves pelo país, o atraso de obras, a mídia maximizado contra a imagem do Brasil aqui e lá fora, entre outras ações. A Seleção Brasileira perdeu o campeonato, impactando menor o resultado, é verdade; mas o país e seu povo deram grande exemplo de conquista e isso também vale ouro. Isso também é marketing. Fica o registro.

Gil Sabino é jornalista e gestor de marketing.
g.sabino@uol.com.br
 


APL de TICC e AÇÕES INTELIGENTES

          Os grandes executivos do capitalismo mundial não estão apenas preocupados com dinheiro. Sim, eles protagonizam propostas em torno da sustentabilidade, da preservação da natureza do planeta, muito além dos lucros reais. Apostam em matrizes de inteligência inovadora. Tudo isto porque atingiram já aquilo que na escala hierárquica de Maslow chama-se de Realização Pessoal. Ou seja, atingiram um patamar de vida que supera as necessidades básicas, a segurança, o amor e relacionamento afetivo, o reconhecimento, respeito e confiança dos outros e agora se dispõem às questões morais, de comprometimento social em busca de solução dos problemas ao redor do lugar onde vivem, o seu planeta.


O CEO da Unilever, Paul Polman, por exemplo, diz que a empresa quer reduzir a emissão de gases de efeito estufa, diminuir a pobreza no mundo, promover os direitos humanos e ainda lucrar com todas essas conquistas. Em longo prazo e diferente do imediatismo da tomada diária de decisões a qualquer preço, Polman escolheu pensar estratégias para um crescimento equilibrado, sustentável, com benefícios para a comunidade consumidora de seus produtos ao redor do mundo e a meta de dobrar o tamanho da companhia até 2020. Polman trabalha com o marketing sustentável respeitando o seu semelhante

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Na nossa humilde João Pessoa trabalhamos para sair do hiato tecnológico de há muito tempo atrás, quando o professor Lynaldo Cavalcanti de Albuquerque dera os primeiros passos no sentido de avanços estruturais, tecnológico, inteligente. Foi ele um dos precursores dessa proposta de implantação da tecnologia na Paraíba, contribuindo em muito para o Brasil. Depois disso, assistimos grandes e pequenos centros desenvolverem cada qual suas propostas e cá estamos discutindo retornar posição no ranking das cidades competitivas. Em outras palavras, sair do atraso e tentar recuperar.


Para tanto, temos em vista a instalação de um Polo de Tecnologia, Comunicação e Cultura, com Centro de Estudos e Inovação, a partir de um APL – Arranjo Produtivo Local, uma como que reunião de grupos e empresas no sentido de transformar o atual quadro da economia da cidade nos diversos setores pertinentes a sua vocação e potenciais de mercado.


Estudos, pesquisas, estratégias, estão sendo desenvolvidas em busca de soluções que venham beneficiar de forma inteligente a Capital e o Estado. Apenas como exemplo para se ter ideia, segue alguns dados do Porto Digital de Recife, instalado há 16 anos. Este detém 1,3 Bilhões de Faturamento, presença de 253 empresas, mais de 500 empreendedores, oito mil empregos, e tem meta de duplicar até 2022.
Lá estão instaladas multinacionais, start ups, Agência de Fomento, criando Novos Negócios e possibilitando Crédito. O conceito de Força Criativa, Tecnologia de Serviços e Softwares para empresas busca soluções urbanas para cidades, revitalização no caso dos Centros Históricos, apoio e suporte econômico para o Estado, larga faixa de Geração de Empregos. Além de Soluções e projetos inteligentes nas áreas de Gestão, Urbanidade, Saúde, Agrícola, Confecções, Engenharia, Mobilidade, Tecnologia e Internet das coisas.
Quando se fala em atração de empresas lá estão marcas como Samsung, IBM, Microsoft, Sony, Motorola, Nokia, Fiat-Chrysler e outras. Funcionam Games, Multimídia, cine vídeo, animação, música, fotografia, design, robótica, etc. Tudo isso promove novos talentos e cientistas para o mundo todo, tornando a vida e o mundo melhor.


Quando falamos em Marketing Cultural evidentemente lançamos foco de luz nas esferas sociais abrangentes, carentes de maior entendimento do produto artístico cultural como forma de uma nova economia criativa e ao mesmo tempo negócio sustentável. Só para breve ideia, no mundo, a indústria de produção cultural fica atrás, apenas, da indústria automobilística. É preciso que gestores entendam isso. É necessário que estejam claros os modelos desse marketing e seus resultados. Cidades que trabalham preservando e mantendo a economia vinculada à sua história, seus sítios, seus museus e outros atrativos. Outras que realizam grandes festivais de música, cinema, teatro, folclore, etc.


Há cidades promovidas como marcas de produção cinematográfica, ou tecnologia, enfim. A nova geração de gurus do pensamento e as novas tendências manda avisar: Enquanto se detiveram políticas desavisadas que deixam passar fome estudantes nas portas de universidades e hospitais com centros de pesquisa abandonados; estejam certos que estaremos ainda muito atrasados. Enquanto a política não entender o que é investir em inteligência de mercado, escolas, universidades, start ups, centros de pesquisa e tecnologia, estamos correndo sério risco de ficar no passado.

Gil Sabino é jornalista e gestor de marketing. g.sabino@uol.com.br


LULA X WALTER - MISSÕES INTELIGENTES

LULA E WALTER SANTOS

                        Assistimos a entrevista do ex-presidente Luiz Inácio LULA da Silva, concedida ao empresário de comunicação e jornalista Walter Santos, na semana que se passou. O teor da conversa passa muito além de simples prerrogativa política, indo ao encontro de questões que nos levam refletir de onde viemos, para onde vamos, o que estamos fazendo aqui na Terra. Qual o nosso verdadeiro papel, qual o nosso desempenho, quais as nossas missões.


As leituras mais profundas a respeito de nossa existência levam a crer que há razões ponderáveis, que nos dão a completa leitura daquilo que devemos fazer para administrar nossas vidas, elevando nossa consciência, afastando da miséria a que estivemos até pouco tempo condenados no suplício do vale dos seres ainda atrasados e a caminho da proposta de evolução.


A natureza do instrumento inteligente no homem indica tal qual uma enxada que o jardineiro entrega a seu ajudante, mostrando a este que lhe cumpre cavar a terra. Que diríamos se em vez de trabalhar erguesse a enxada para ferir seu patrão? Certamente diríeis que é horrível e mereceria ser expulso do jardim. Não se dá o mesmo com aquele que se serve de sua inteligência para destruir a ideia da providência em ajudar seus irmãos a sair da miséria?


O mérito da inteligência rica para o futuro está justamente sob a condição de ser bem empregada, para que se abram portas, possibilidades de avanço. Infelizmente muitos tomam desse instrumento como ferramenta de orgulho e perdição. Corrompem seus propósitos de progresso. Abusam da inteligência e todas as suas faculdades e até das advertências de que a qualquer momento uma poderosa força pode retirar-lhes o que concedeu. A vida está cheia desses fatos.


Em dado momento, Walter Santos interroga Lula: - O senhor acredita em Deus? O que prontamente ele responde: - Acredito. Acredito na existência de algo superior à capacidade de inteligência do ser humano. Isso tudo num foi criado por um acaso. É por isso que eu tenho fé e esperança de que a verdade vai aparecer...


A entrevista de Lula elenca uma série de lutas em favor das classes mais humildes e sua inserção social; o pensamento onde situa a América Latina, a nação, seus potenciais, as oportunidades na economia mundial sem se deixar dobrar ao poderio do capitalismo americano nortista, mas criando portas para um mundo melhor. A inteligência em Lula trata o homem com foco na pessoa, no homem que precisa ser nutrido para poder produzir, para avançar.


A página que Walter Santos abre para condução da fala de Lula vem na contramão do que a grande mídia tem posicionado. O jornalismo proposto por ele abriga um campo potencial de coragem de exposição, de dizer contra os grandes grupos opressores compreendidos pelas grandes redes de televisão do país, pela Justiça, e pelo Planalto. A voz de Lula através dessa entrevista diz muito mais que os bastidores da política; corrobora com a prática inteligente de um jornalista que ousa ouvir e transcrever a consciência serena de uma grande missão de paz. Sem se deixar furtar ou perder a responsabilidade individual de cada um, frente a frente, eles debatem pautando uma missão inteligente na terra.

para acessar a entrevista Lula X Walter Santos - http://digital.revistanordeste.com.br/pub/NORDESTE/ 


Gil Sabino é jornalista e gestor de marketing - g.sabino@uol.com.br
 


TENDÊNCIAS DO SÃO JOÃO

   

são joão flags
   

     O evento das festas juninas trouxe esse ano, mesmo sob a força da crise econômica que cala o país, impacto que parece ter sinalizado como sendo apelo à grande tendência de mercado turístico na região nordeste. Diz, ao mesmo tempo, que um povo sofrido, com desgaste político e opressão governamental, tende esquecer a crise e cair na farra como que uma válvula de escape do momento difícil de suas vidas.

O fato é que assistimos a um dos mais festejados São João do Brasil. A nossa festa junina ganhou forma profissional, com eventos cada vez mais concorridos, maiores e melhores e economicamente fortes.


Houve como que uma renovação na prática musical a partir da inclusão de novas bandas do chamado forró de plástico, e também a inserção do elenco dos padres católicos, e os sertanejos do sudeste. Estes últimos, causando polêmicas com os tradicionais artistas de forró da região. Ainda assim, o tradicional forró pé-de-serra perseverou tendo seu espaço garantido nas festas do que chamamos cidades satélites, ou seja, aqueles municípios próximos dos grandes centros como Caruaru-PE, e Campina Grande-PB, que há mais de trinca anos seguidos mantém a tradição de realizar um mês inteiro de festa.


Na noite do dia 24 de junho, de São João, a TV Globo apresentou ao vivo transmitindo direto de Paulo Afonso-BA, Caruaru-PE, Campina Grande-PB, Mossoró-RN, e Fortaleza-CE. A cobertura patrocinada mostrou shows com os artistas Jefferson Moraes, Michel Teló, Fagner desfilando seus sucessos, Petrúcio Amorim, Lucy Alves, e o fenômeno Marília Mendonça, esta puxando uma multidão de mais de 50 mil pessoas no Parque do Povo em Campina Grande. Lá estavam também as grandes marcas como Skol, Caixa, Sky e outras, sempre investindo em grandes eventos e fazendo marketing de relacionamento com o grande público.


O que chama atenção é a imperdoável indiferença que João Pessoa, a Capital, insiste em manter em relação aos grandes centros do forró, e até mesmo às cidades satélites como Bananeiras, Patos, e outras, ofertando um vácuo na promoção do São João, forçando de maneira, o turista interno ter que se transportar para outras cidades. A demanda existe, tanto é que assistimos calados ao engarrafamento causado por nosso público quando sai nas BRs com destino ao interior.


Não é admissível, diante da grande tendência de mercado turístico e cultural à nossa disposição, deixar de lado, negar a necessidade em construir, criar condições, debater, estimular a produção e o comércio, estruturar e planejar, convidar grandes marcas para empreender num grande evento junino para a Capital. Seria no mínimo interessante agregar valores culturais, e inserir João Pessoas no grande calendário de São João. Só teríamos a ganhar. Não há como furtar-se da responsabilidade desta promoção. João Pessoa não pode ficar de fora de realizar um grande Carnaval e um grande São João. Fica dado o recado.

VIVA SÃO JOÃO!

Gil Sabino é jornalista e gestor de marketing - g.sabino@uol.com.br


SERTANEJOS X FORROZEIROS

GONZAGUINHA & GONZAGÃO

             Tivemos a grata satisfação de ter trabalhado ao lado de grandes nomes da música brasileira, inclusive, artistas nordestinos. Entre estes, em especial os forrozeiros Dominguinhos, Assisão, Novinho da Paraiba, Flávio José, Nando Cordel, Jorge de Altinho, e Luiz Gonzaga o Rei do Baião, e seu filho Gonzaguinha, com quem mantivemos amizade. Recentemente também o ilustre Santanna - O Cantador.


Com eles aprendi muito. Viajamos, participamos de eventos, produções, shows, entrevistas para jornais, rádio, televisão, tardes de autógrafos, etc. Lembro que Dominguinhos dizia ter um sonho de um dia ver o forró invadir o Brasil e tocar nas rádios de Rio e São Paulo. Tempos depois vi a Tv Globo colocar Elba Ramalho no ar, e ensaiar alguns forrós nas telenovelas do horário nobre.


A nossa festa junina ganhou forma profissional, com eventos cada vez mais concorridos, maior e melhores São Joãos do mundo. Vieram as bandas de Fortaleza com o chamado forró de plástico, uma batida repetida e abusiva e letras sem muito pudor, sem preocupação com a narrativa nordestina, com a região, com a poesia, a crônica, nada disso. Porém o rádio e o povo aderiram ao som da nova geração. Ainda assim, o tradicional forró pé-de-serra perseverou tendo seu espaço garantido e as festas sempre mantiveram elencos de bom gosto prestigiando nossos grandes nomes como Elba, Alceu, Zé Ramalho, Genival Lacerda, Flávio José e muito outros, além dos menos conhecidos.


Os forrozeiros mais antigos, diferente de Luiz Gonzaga, sempre se sentiram ameaçados pela invasão de novo contexto, nova roupagem, desde a maneira de tocar até vestir, apresentar, etc. Mesmo o palco dos grandes shows mudou, adaptando-se aos modernos incrementos da tecnologia com painéis de LEDs, equipamentos de som e luz e vídeo, efeitos especiais, grupos de bailarinos e coreografia e cenários, etc. A TV Globo passou a produzir e apresentar especiais patrocinados de São João, as grandes marcas como Skol, Montilla, Lacta, Nestlé, e outras passaram a lançar produtos comemorativos aos festejos juninos. As estruturas montadas com grandes arenas e barracas de comidas e bebidas deram novo visual ao forró.


Vieram as grandes atrações nacionais juntando-se ao elenco regional. Daí em diante, iniciam as queixas, as divisões, e muitas brigas estéreis. Porque na hora de decidir, são os gestores que assinam os contratos batendo o martelo a dizer quem canta ou não na programação de São João de suas cidades.
Este ano, para maior desgaste, uma onda maior de sertanejos oriundos do sudeste e até padres cantores veio com maior força para a grade de programação. E as gestões alegam que o povo pediu, que o povo é quem decide. Bastasse um olhar mais sensato para ver a beleza que durante anos se repetiu em Campina Grande, Caruaru, Recife e outras pequenas cidades, abastecendo a programação com nomes regionais sem deixar nada a dever diante dos grandes eventos do país. O nosso São João sempre se garantiu com nosso elenco e trouxe movimentação econômica e turística inigualáveis.


Esse tamanho texto apenas para dizer que nada adianta o bate-boca de Alcymar Monteiro que, diga-se de passagem, antes de ser forrozeiro gravou LP com canções bregas arriscando o sucesso, e demais artistas envolvidos. Essa briga deve ser bancada com profissionalismo na hora de fechar contratos com prefeituras, na hora de investir forte em promoção nas rádios, televisão, etc. Desqualificar companheiros de profissão, delimitar territórios, apelar para pornografias, essas e outras práticas talvez não resolvam, talvez não sejam adequadas. Vejam no exemplo elegante e destemido de Elba Ramalho de se posicionar e falar. Se quisermos valorizar e proteger nossa cultura que seja fortalecendo as relações, mostrando do que somos capazes de fazer e realizar com garra como sempre fez Luiz Gonzaga, apenas com uma sanfona...
Seria interessante agregar valores culturais dialogando com escolas, veículos de comunicação, representantes dos governos e outras instituições, garantindo o conhecimento profundo e estimulando a produção a partir das escolas, universidades, escolas de música, e muito mais. Fico torcendo que, novamente como dizia Dominguinhos, um dia o forró possa invadir o país. VIVA SÃO JOÃO!


Post Script – GOZAGUINHA E GONZAGÃO – A VIDA DO VIAJANTE - Lembro de um tempo que participamos com Gonzagão e Gonzaguinha da turnê A Vida do Viajante. Sorrimos muito, tomamos umas, aprendemos, estamos aprendendo...Gonzaga- O Rei do Baião me chamava de `manga rosa´ e isso quase virou apelido. De Gonzaguinha, além da amizade, ganhei em 83 uma carta que tempos depois foi musicada virando o sucesso Guerreiro Menino. Em 85, quando de passagem pela programação da rádio Arapuan FM, abrimos espaço para tocar o forró de Gonzagão com participação de Elba Ramalho – Sanfoninha Choradeira, Gal Costa – Forró de Cabo a Rabo, e Dominguinhos com Chico Buarque – Isso aqui tá bom demais! Foi um tempo lindo e bom sem medo de ser feliz. Valeu, mais uma vez VIVA SÃO JOÃO!

Gil Sabino é jornalista e gestor de marketing - g.sabino@uol.com.br
 


ESTRELISMO X PROFISSIONALISMO

Durante anos trabalhamos com artistas nacionais do porte de Gonzaguinha, Clara Nunes, Fevers, Blitz, Djavan, Nando Cordel, Chico César, Luiza Possi, Jorge Vercilo e muito outros. Foi a época em que, contratado da gravadora multinacional EMI Odeon, depois na BMG Ariola, Sony, e por último a Atração Fonográfica, de São Paulo, saí da Paraíba para só voltar após 33 anos de experiência lá fora.


Faço esse registro para deixar entender que aprendemos um pouco na área de comunicação, rádio e televisão, especialmente viajando com produção de shows e outras ações de marketing. As coisas mudaram, é certo, as tecnologias envolvidas avançaram. Porém, temos observado na disposição profissional de nossos artistas de encarar o dia-a-dia em busca do tão desejado sucesso.


Desde a organização do lar, suas ideias, seu planejamento – aonde querem ir e chegar, o relacionamento com artistas do meio, parcerias, cursos, eventos, viagens, enfim, tudo que possa somar a seu favor trará o benefício e a recompensa necessários.


Embora saibamos o desejo de todos os artistas de chegar lá, no topo do sucesso, é preciso humildade para entender os processos, degrau a degrau, desde a disciplina de horários e compromissos que devem ser agendados e cumpridos a rigor, chegar pontualmente nas horas marcadas. Como buscar ajuda profissional, assessorias de comunicação e produção, nunca deixar de ensaiar bastante e estudar música, artes cênicas, fazer pelo menos uma faculdade para desempenho da informação e do conhecimento e procurar manter-se atualizado

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Nossos artistas, na maioria, não compreendem que vestir bem para apresentar-se, tratar da pele, cabelo, saúde, cuidados essenciais, também influenciam no trato da profissão. Quando solicitamos uma entrevista, dando oportunidade de promoção e divulgação de seu nome, seu trabalho e sua imagem, rara vez dispõem de material para auxiliar na produção. Uma fotografia, um clipe, um pequeno press-release com dados falando de sua história e sua música, sua arte. Pior, colocam dificuldade de agenda, e até chegam a faltar, ou desmarcar em cima da hora, deixando toda uma equipe, estúdio e produção, a ver navios. Total falta de respeito.


Duvidamos que façam o mesmo caso sejam chamados para um programa nacional da TV Globo. Mas a realidade é que não levam a sério nem os próprios amigos e muita vez agem com estrelismo, com falsas promessas e atitudes frágeis, chegam a dizer com risinhos irônicos que esqueceram e que outro dia aparecerão... Coitados. O sucesso não cai do céu. Enquanto pensar assim, um bom número está correndo para aparecer, e destacar valorizando os espaços disponíveis.


Temos na produção diária do projeto cultural Agenda Viva, exemplos de artistas que perderam o bonde da conversa, que perderam oportunidade de ser indicados para outros programas nacionais de que somos porta voz, com os quais temos contato e bom relacionamento, e estamos dispostos e promove-los. Muito lamentamos essa maneira desprezível de agir, de querer fazer sucesso sem ter o mínimo de atenção de buscar uma forma profissional de comportamento.


Escrevo aqui sem citar nomes preservando e respeitando as fragilidades individuais, até porque não faz parte de nossa postura expor nossos irmãos. Gostaria muito de poder colaborar mais, muito mais, com nossos artistas, gestores, produtores...


Nosso projeto AGENDA Viva, é um que vem trabalhando nesse sentido, de promover, de abrir portas para um maior e amplo relacionamento artístico com comunidades interessadas na arte e na cultura de resultado. Temos sido procurados para pautas importantes a serem reveladas e isso gratifica. É bom sinal de que estamos com foco no caminho certo. Temos agregado valor, temos entrevistado muita gente boa, novos e veteranos talentos, e estamos de portas abertas. Sem estrelismo que leva a nada, e muito profissionalmente antenados para manter uma agenda muito viva. É isso.


Gil Sabino é jornalista e gestor de marketing - g.sabino@uol.com.br
 


POLYANA RESENDE SAMBA QUE ENCANTA

polyana resende capa

 

A Paraíba é fonte inesgotável de talentos. Não para menor surpresa, recebemos o CD Samba Teimoso, da cantora Polyana Resende. E como diz o título, trata de samba, e que maravilha! Uma voz doce e afinadíssima, inimaginável. É samba paraibano. E a artista consegue colocar as letras com uma técnica vocal que supera o próprio conteúdo. Ou seja, onde encontramos letras simples, ela consegue dar tamanho brilho e entonação, tamanha interpretação que molda todas as faixas ao que há de melhor para se escutar em samba.


Confesso, cheguei a lembrar dos bons tempos em que iniciei na EMI Odeon, quando trabalhamos com Clara Nunes (in memoriam), uma das maiores sambistas que o Brasil já teve, casada com o excelente compositor Paulo Cesar Pinheiro – sim, ele mesmo, autor parceiro de Leão do Norte, que Lenine gravou e canta nos shows. E nessa levada nos vieram também os arranjos com uma preciosidade desafiadora. Jamais imaginamos escutar da Paraíba um disco tão bem arranjado no ritmo do samba, com percussão, sopro, vocais, uma batida afro muito bem sentida; e tecnicamente perfeito. De admirar.


Entre os importantes nomes que compuseram para a cantora, lá estão Potysinho Lucena, Chico Limeira, Haley Guimarães, Kojak do banjo, Gasparzinho, Nai, e Seu Pereira, além da própria artista.


Samba Teimoso, dizem, vem da teimosia de Polyana Resende em fazer samba indo na contramão do que atualmente oferta o mercado. É simplesmente um disco muito bom e gostoso de escutar. E eu mais que recomendo.


Gil Sabino é jornalista e gestor de marketing - g.sabino@uol.com.br
 


100 % LIGADO NO FUTURO

carlos gomes lambe lambe

Stephen Hawking, o astrofísico britânico, fez um alerta chamando atenção da humanidade para a possível investida de seres extraterrestres de civilizações mais inteligentes que a nossa. Ele propõe que os terrestres devam se preocupar em desenvolver mecanismos de defesa, comparando a descoberta das Américas feita por Colombo, quando trouxe resultado desastroso aos índios.


Recentemente recebo mensagem enumerando mudanças significativas na maneira de utilização de serviços, a maioria agora disponível através de APPs e smarts na palma da mão. Fala por exemplo que o Mp3 faliu as gravadoras, a Netflix faliu as locadoras; o Booking complicou as agências de turismo; o Google faliu a Listel, Páginas Amarelas e as enciclopédias; que o Airbnb está complicando os hotéis; o Whatsapp está complicando as operadoras de telefonia; as mídias sociais estão complicando os veículos de comunicação; assim como o Uber está complicando os taxistas; e a OLX acabou com os classificados de jornal; o Smartphone acabou com as revelações fotográficas e com as câmeras amadoras.


Aproveito para registrar o encontro com Antonio Carlos Gomes (foto), um cidadão, fotógrafo, que levou quarenta anos de sua vida praticando a fotografia lambe-lambe, instalado com seu equipamento na Praça Antenor Navarro, do Varadouro, e agora usa uma câmera digital para registrar casamentos e aniversários.


Como não bastasse, a mensagem referida diz ainda que o Zip Car está complicando as locadoras de veículos; a Tesla está complicando a vida das montadoras de automóveis; o e-mail e a má gestão complicaram os Correios; o Waze acabou com o GPS; o 5 andar está acabando com as imobiliárias que intermediam aluguéis; o Original e o Nubank ameaçam o sistema bancário tradicional; a "nuvem" complicou a vida dos "pen drive"; o Youtube complica a vida das TVs. Adolescentes não assistem mais canais abertos; o Facebook complicou a vida dos portais de conteúdo; o Coaching mudou a forma de aprender, pensar e agir, levando a um novo modelo mental, gerando resultados extraordinários em um curto espaço de tempo nas organizações; e o Tinder e similares complicam baladas e similares.

Temos aí, apesar de a mensagem ter buscado uma visão negativa, pessimista, que houve um avanço comportamental e intelectual e tecnológico. Se observarmos tudo veio corroborar para facilitar a demanda mundial por serviços, etc. Diminuíram as distâncias, entregas, resultados. As novas tecnologias forçaram uma nova adequação, um novo modelo de vida com uso de todas essas ferramentas e muito outras que estão sendo desenvolvidas e virão adiante. Hoje posso experimentar viver em outra cidade e conversar com meus filhos online, compartilhar ensinamentos, vídeos, fotos, emitir ingressos para shows e acompanha-los em suas programações, etc., e isso é bacana.


Quer dizer, vivemos um tempo que avançou trazendo junto boas opções de vida, comunicação, etc. Aqueles que trabalhavam nos modelos antigos tiveram também que avançar, que ir junto com a grande onda da transformação que ainda continua até chegar à nova praia... Que bom que vivemos isso. Antenados, ligados com o tempo que herdamos. Jesus falava disso, que não deveríamos nos escusar do tempo em que vivemos e viver com o homem ao redor. Significando dizer que temos por um lado a oferta de evolução científica e até extraterrestres que nos auxiliam para o futuro, enquanto de outro lado ainda cabeças usadas para a corrupção, o crime de toda ordem e atitudes nocivas de guerras. O que resta para a paz? Talvez a serenidade, o equilíbrio, e para isto estamos 100% ligados.

Gil Sabino é jornalista e gestor de marketing - g.sabino@uol.com.brtempo em que vivemos e


APL de TICC – INTELIGÊNCIA MADE IN PB

CENTRO HISTORICO

         A exemplo de Pernambuco (com o CEASER e Porto Digital) e Campina Grande-PB (com o Parque Tecnológico), João Pessoa reúne na tarde desta quinta-feira, 25.05, para importante passo na sua história a partir do século XXI. Estamos referindo ao evento APL de TICC, sob governança do jornalista Walter Santos, envolvendo várias instituições de peso na formação e economia de mercado como Plades, Sebrae, Universidades, Sucesu, e outras, e a valiosa presença do prefeito da Capital, Luciano Cartaxo.


APL – Arranjo Produtivo Local, segundo a enciclopédia virtual Wikipédia, é um conjunto de fatores econômicos, políticos e sociais, localizados em um mesmo território, desenvolvendo atividades econômicas correlatas e que apresentam vínculos de produção, interação, cooperação e aprendizagem.
“Os arranjos geralmente incluem empresas – produtoras de bens e serviços finais, fornecedoras de equipamentos e outros insumos, prestadoras de serviços, comercializadoras, clientes, etc., cooperativas, associações e representações - e demais organizações voltadas à formação e treinamento de recursos humanos, informação, pesquisa, desenvolvimento e engenharia, promoção e financiamento.”


“A articulação de empresas de todos os tamanhos em APLs e o aproveitamento das sinergias geradas por suas interações fortalecem suas chances de sobrevivência e crescimento, constituindo-se em importante fonte de vantagens competitivas duradouras.”


No caso em foco, João Pessoa, há muito que demanda necessidade de instalação de um polo de tecnologia inteligente, criativo e sustentável, para atrair empresas, fomentar a pesquisa e desenvolvimento, avançar e coloca-la no merecido lugar de destaque diante a economia nacional e mundial.


No mundo globalizado são arranjos de estruturas e potencialização que irão determinar configurando as novas e emergentes economias competitivas. Ainda ontem, acompanhando entrevista de Walter Santos com o lusitano professor Antônio Nôvoa, que foi candidato à presidência de Portugal, perdendo a eleição por apenas 1%, este nos afirmava que o mundo do século XXI só existirá se compreender a importância da ciência como ferramenta principal das tomadas de decisão. Que Portugal até cinco anos atrás era um país quebrado, mas é hoje um país totalmente reabilitado, contemporâneo, posto que despertou apostado em novas tecnologias, ciência, pesquisa. Que o pilar da Educação e decisões políticas são importantes para direcionar valores.


Para ter breve ideia do significado de instalação de um Polo de Tecnologia, segue alguns dados do Porto Digital de Recife, instalado há 16 anos. Este detém 1,3 Bilhões de Faturamento, presença de 253 empresas, mais de 500 empreendedores, oito mil empregos, e tem meta de duplicar até 2022.


Lá estão instaladas multinacionais, start ups, Agência de Fomento, criando Novos Negócios e possibilitando Crédito. O conceito de Força Criativa, Tecnologia de Serviços e Softwares p empresas busca soluções urbanas para cidades, revitalização urbana no caso dos Centros Históricos, apoio e suporte econômico para o Estado, larga faixa de Geração de Empregos. Além de Soluções e projetos inteligentes nas áreas de Gestão, Urbanidade, Saúde, Agrícola, Confecções, Engenharia, Mobilidade, Tecnologia e Internet das coisas.


Quando se fala em atração de empresas lá estão marcas como Samsung, IBM, Microsoft, Sony, Motorola, Nokia, Fiat-Chrysler e outras. Funcionam Games, Multimídia, cine vídeo, animação, música, fotografia, design, robótica, etc. Tudo isso promove novos talentos e cientistas para o mundo todo, tornando o mundo melhor.

É por este motivo que estamos pensando juntos, parar criar novas possibilidades e inserir João Pessoa no mundo moderno. A visão de Celso Furtado, Lynaldo Cavalcanti, e tantas outras cabeças pensantes da nossa inteligência, da nossa ciência e comunicação tem agora através de Walter Santos, e do apoio de outros grandes nomes e empresas a oportunidade de avançar. O que chamamos de Inteligência made in Paraíba.


Gil Sabino é jornalista e gestor de marketing - g.sabino@uol.com.br
 


DATA LIMITE E DESIGUALDADES

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       As inteligências do mundo, principalmente o ambiente acadêmico e científico, bem como todas as religiões tem buscado soluções para a sobrevivência do homem ajustando ao planeta Terra. Não tem sido fácil. Ao passo que foram desenvolvidas avançadas ferramentas de comunicação, transporte, tecnologia, biologia, nanotecnologia, lançamento de foguetes e sondas espaciais, armas, entre muito outros eventos estratégicos, ainda aqui o homem carece aprimorar o intelecto para alinhar aos tempos modernos.


Enquanto técnicos, engenheiros, reúnem para discutir os próximos passos do que chamam de cidades inteligentes, enquanto o ar, e a água passam a disputar lugar e valor a peso de ouro na economia mundial, junto ao mundo das riquezas do petróleo, e também as novas fontes de energias limpas entram na agenda, ainda assim sofre o mundo...


Não basta o mundo capitalista, preocupado com suas infinitas razões de lucro financeiro, nem o movimento político que de obsoleto não se encontra - divergirem dos processos empresariais; ou dos sindicatos de classes rurais, urbanas, estudantis, religiosos, etc., nada disso é capaz de apresentar ao homem as necessárias respostas.


Em entrevista recente ao jornalista Pedro Bial, o líder e ex-presidente do Uruguai, Pepe Mujica, dizia que tanto o capitalismo, como o socialismo, precisam pensar o homem através do viés da felicidade, da sua satisfação, e tornar o mundo melhor. Phillip Kotler, conhecido como o papa mundial do marketing, é outro que afirma a exemplo do Papa Francisco, sua convicção e opinião com foco no homem, o que chama de marketing do terceiro milênio, ou marketing 3.0. Diz que a preocupação de todos deve estar nesse sentido, de proteger, de colocar o homem e sua experiência de vida acima de todas as prioridades.


Especialistas em ufologia afirmam que após a explosão das bombas de Hiroshima e Nagasaki, se verificou um aumento considerável no número de avistamentos de OVNIs (Objetos Voadores Não Identificados) em todo o mundo. Duas décadas depois, o médium brasileiro Chico Xavier confidenciara a pessoas mais próximas que por ocasião da chegada do homem à lua, em 20 de julho de 1969, acontecera uma reunião com as potências celestes de nosso sistema solar para verificar o avanço da sociedade terrena e, preocupadas com o nosso destino, decidiriam conceder a humanidade um prazo de 50 anos, que se extinguirá em 2019, para que evoluísse moralmente e convivesse em paz, sem provocar uma terceira guerra mundial. Se assim convivesse até a Data Limite (título homônimo do filme de Juliano Pozati – com mais de 3,5 milhões de visualizações e disponível na internet - https://www.youtube.com/watch?v=4JxukHvGVzE&t=76s ), a humanidade a partir de então estaria pronta, preparada para entrar em uma nova era de sua existência, e feitos magníficos seriam verificados por toda a parte, inclusive os nossos irmãos de outros planetas sendo expressamente autorizados a se apresentarem pública e oficialmente para os habitantes da Terra.


Com os principais fatos que ilustram as manchetes do nosso dia-a-dia, de violência humana, racismo, ódio, raiva, ira, guerras, fome, corrupção, todo tipo de tragédia, de expressões de direita e esquerda, cada vez mais acirradas desenvolvendo em massa atitudes distantes do endereço de Deus, desqualificadas de uma possível noção de solidariedade, é chegada a hora de pensar em mudar. Em vez de desagregar, de ampliar as desigualdades, começar a dar as mãos para ganhar a moratória e construir uma nova era de avanços com resultado positivo. Hora de deixar para trás o homem velho e assumir um novo modelo de homem do futuro. Seja essa, talvez uma atitude inteligente para sobreviver. Abrir mão de preconceitos, degelar o endurecido coração e desde já oferecer com oportunidade à geração dos nossos filhos e amigos que com certeza ultrapassarão os anos 20, um mundo muito melhor. Trabalhemos para que isso aconteça. Desejando Luz para todos!

*com foto montagem a partir de imagens via internet


Gil Sabino é jornalista e gestor de marketing - g.sabino@uol.com.br