A filha de Bob Jefferson vai mesmo pro Minc?

A cultura brasileira, ou melhor, o Ministério da área vem passando de mão em mão no governo Temer. Em certos momentos os culturais espalhados por todo Brasil assistem abismados a figura indicada para o cargo nem sentar no trono, que logo surge outro nome capaz de deixar quase todo cidadão brasileiro chocado.

Tudo indica que isso acabou de acontecer com um deputado federal paraibano que -em que pese não ter a menor relação com a atividade cultural- estava mais do que certo de que seria o dono do Minc até 2018.

Agora surge como novidade nesse jogo o nome da filha do ex-deputado Roberto Jefferson, aquele que também preside um dos partidos da base política mantenedora do PMDB no Palácio do Planalto.

Quase ninguém decorou ainda o nome dela, mas a moça vai comandar o Minc, haja vista que mantém como principal trunfo a adesão do seu partido familiar à resistência de Temer a sair da presidência, embora tenha sido denunciado recentemente por corrupção.

Sempre tratada como setor de terceira ou quarta categoria na Esplanada Ministerial, a cultura vivencia atualmente uma de suas fases mais cruéis.

Seja pela falta de dinheiro em caixa para materializar projetos considerados básicos, seja pela indicação de figuras meramente politiqueiras e alheias ao movimento cultural para fazer o carro enfim andar.

Estamos neste exato momento diante de mais uma pessoa desconhecida querendo apenas se tornar publicamente identificada como sei lá o quê.

A essa altura é de se pensar que tendo o Minc zero em verba para mostrar serviço, essas pessoas não devem ser lunáticas nem apaixonadas pela cultura a ponto de para estarem gratuitamente, tipo zero oitocentos, num alto poder que inexiste.

A famosa atriz Maria Madalena Accioly diria assim numa hora dessas: tem caroço nesse angu sim!


SOBRE O CASO BERG LIMA.

Deixei passar algum tempo para digerir o choque,afinal de contas, convivi diariamente com Gutemberg ao longo de dois anos,na lida profissional, bem antes dele se tornar prefeito de Bayeux.

Hoje me pego todas as manhãs imaginando como ele deve estar vivenciando essa experiência traídora que a retumbante vitória obtida nas urnas lhe impôs como destino cruel.

Sem nem ter direito a acionar seu ex-poderoso telefone celular, sequer manter advogados, admiradores, bajuladores por perto, lá em Valentina.

Praticamente a sós consigo mesmo, tendo apenas a memória para remoer o tremendo vacilo que cometeu diante de todo mundo.

Já disseram tudo sobre a atual situação do ex-prefeito de Bayeux, hoje sucedido imediatamente no trono por seu vice, ligado ao PSDB.

Conheço Berg do comecinho, quando ainda era Gutemberg e militava na área cultural, já de olho numa carreira parlamentar e obviamente pensando em um dia se tornar prefeito da comunidade onde morava com familiares que agora devem estar tão desolados quanto os conhecidos e amigos que não utilizaram do seu surpreendente poder alcançado em tão pouco tempo.

E acho que ele foi mais arrogante do que inocente.

O poder cega qualquer um, sobretudo, se esse poder vier junto com a possibilidade de riqueza e/ou da maldita reeleição.

Nesse momento crucial, distante das luzes inebriantes do sucesso que chega sem avisar, penso que o ex-prefeito deve antever no que se meteu. Vai ficar sem emprego e não tem mais como escapar de virar anedota na boca do povo.

Cometeu para mim o maior pecado: acreditar que era poderoso mesmo, de verdade, e ninguém é poderoso sem ter uma gangue também poderosa pra lhe garantir respaldo nas horas de grandes e/ou pequenos vacilos.

Além do mais, apesar de ter sido prefeito durante rápidos sete meses, Berg não mantinha as costas quentes, simplesmente por conta de não possuir familiares influentes.

O mundo real da política brasileira ele não conhecia para ousar tanto. Deve estar conhecendo agora.

Lamento sinceramente o fato dele não ter sequer um advogado para lhe tirar dessa enrascada. Não é rico, poderoso, não tem família influente nem tradicional.

Vivendo atualmente a sós consigo mesmo, acredito que não pode sequer ligar para os reais amigos...

Lamento mais uma vez tudo isso. 


Deu zebra em Patos

A Fogueirinha ficou em quarto e as campinenses poderosas Moleka 100 Vergonha e Mistura Gostosa tiveram que ir pro desempate via sorteio.

Quem na Paraíba altamente quadrilheira imaginava que isso um dia iria acontecer?

Nada nem ninguém está com o juízo normal agora.

Juízo de jurado de concurso de quadrilha, é claro. Aquele discernimento que todo amante de quadrilha junina acha que tem.

Deu zebra.

E os quadrilheiros morderam mais uma vez suas próprias línguas afiadíssimas.

Agora quem vai representar o estado no concurso da Globo é Rone Lopes e a coreógrafa Thalita Maria

Não faça cara de espanto. O tema da Sanfona Branca é um primor e Thalita teve a chance de surpreender o mundo quadrilheiro pela segunda vez com seu talento criativo.

Enquanto todo mundo achava que somente a estrutura global de quadrilhas como Fogueirinha e Moleka venceria...deu zebra.

Neste momento quem tá comemorando é o pessoal de Bayeux , haja vista que Dona Xita ficou em quinto, coladíssima na Fogueirinha.

O destino cometeu a ironia de montar a cena que levou o presidente da Fogueirinha a ter nas mãos o poder de decidir a sorte de quem é vice atualmente na Paraíba quadrilheira.

Moleka ou Mistura?

Deu Moleka no sorteio.Tão simples de entender.

Como deu Lampião em oitavo.

Agora é todo mundo esperar pra ver o que vai acontecer com a Sanfona no festival da Rede Globo.

Ganhando ou perdendo, o mundo quadrilheiro não será mais o mesmo durante um ano inteiro.

E Salve a memória de Seu Pedro, pois seu grande sonho tá merecidamente realizado.


AINDA EXISTE MINC? (a propósito do tal ministro paraibano)

É vexatória a situação do governo Temer, embora o povo brasileiro esteja acostumado a aguentar desculpas como a falta de dinheiro em caixa.

Não dá mais pra tirar cochilos nesse avião sem comandante.

O governo do PMDB jura que não tem dinheiro no cofre,mas tem emendas pra distribuir com todo tipo caricato de político, seja na câmara dos deputados federais, seja no senado.

Tá deprimente o quadro.

Traduzindo para nossa realidade: O Minc não existe mais, pois não tem sequer condições da manter a pose, a farsa ou qualquer situação parecida.

Mais uma vez assistimos a cultura ser atirada pela janela, tão logo quem manda decide que o setor não é mais prioridade.

Vira quase nada, mas no caso específico do governo Temer, o esquife já encontra-se devidamente estendido na portaria do Ministério da Cultura, sem que ninguém faça a caridade de enterrar a pasta de uma vez por todas.

E O PIOR É QUE NA PARAÍBA

Fala-se bastante a respeito de nomes indicados pelo PMDB para ocupar o trono do ministério que simplesmente inexiste e tão cedo -pelo visto- não levantará do caixão, como se houvesse alguma possibilidade de um milagre acontecer.

Até as crianças sabem que não devem sonhar com milagres brasileiros. Mas na Paraíba, pra nossa má sorte, pipocam noticias destacando que pessoas sem o menor conhecimento do que significa o Minc e todos os avanços que estão sendo negados e destruídos, querem obter fama e algum poder em cima de sua agonia.

A realidade grita, é escancarada, pública e notória.

O Minc está quase entrando sozinho na cova, tamanha a sua agonia, e pra completar o quadro um paraibano escolhido via PMDB, acha que a essa altura algo pode dar certo.

É penúria total. Tanto do Minc como de quem almeja se aproveitar de sua quase morte para tirar onda de Sassá Mutema dos tempos atuais.


A QUEM RC VAI ENTREGAR SEU CORAÇÃO?

De acordo com os programas de rádio vai dar João Azevedo na cabeça.

Os radialistas que acompanham o governador passo a passo não ouviram até agora o governador paraibano pronunciar o nome de Estela Bezerra em público uma vez sequer.

Já o nome de João não sai da boca do líder do PSB.

Há quem diga que Ricardo prefere ver Estela em Brasilia, mas a deputada estadual socialista sempre resmunga que seu lugar é aqui em João Pessoa.

Quem conhece Estela Bezerra de perto sabe que seu foco é Jampa e, por extensão, a Paraíba todinha, se possível for.

E quanto aos flertes "extras" do possível candidato à presidente da República via PSB em 2018?

Ricardo Coutinho vai devolver o inestimável apoio que Luciano Cartaxo lhe deu na campanha passada para governador ou vai se aliar novamente a Zé Maranhão?

Já tem muita gente do PMDB reclamando de Cartaxo e obviamente querendo espaços/cargos na Prefeitura de João Pessoa. Essa "rebeldia" no atual momento é sintomática.

Como tudo na política paraibana aparentemente muda bienalmente (só os nomes que assumem o poder e reinam de fato) é de se esperar mais um revival daqueles que o eleitorado conhece bem e sempre finge que foi pego mais uma vez de surpresa.

Uma coisa é certa: o povo de Cássio Cunha Lima não vai ser seduzido novamente.

O fato é que a Paraíba liga o rádio ultimamente e sente pairar no ar/microfones a convicção de que João Azevedo será o candidato de RC, embora a mesma multidão "ligada" já saiba que essa estrategia foi usada por Ricardo em 2016.

Bem recentemente.

E Logo em seguida deu outro nome muito diferente na cabeça de chapa do PSB.


ATÉ ONDE VAI O SEU ASSÉDIO?

Todo mundo sabe que o assédio moral existe em tudo quanto é lugar

No geral esse desrespeito aos direitos mais elementares ocorre de forma "velada", que na verdade é a maneira mais bruta de constranger, perseguir, anular, e humilhar uma pessoa.

Geralmente o ataque se dá por meio daquilo que a sociedade mais valoriza, que é a hipocrisia.

Tenho dito.

Seja no trabalho, seja no bar, na praça, dentro de casa, no busão e em outros espaços ditos coletivos, o assédio moral impera como nunca assistimos antes no Brasil.

Nem sempre quem vivência o constrangimento tem condições de transpor as portas ainda muito preconceituosas das delegacias policiais ou mesmo da justiça.

Diante do cidadão perseguido tem sempre uma multidão de soldados que bate cabeça pro general, até mesmo para manter o aparente status quo.

Até que um desses soldados ou mesmo diversos deles passem a conhecer no seu próprio cotidiano o que vem a ser esse tal de assédio moral de que tanto se fala, tanto se faz, mas que a maioria segue fingindo nem saber do que se trata...


UMA SOLUÇÃO QUASE PERFEITA

Uma chapa que pode resolver o problema maior de muita gente na Paraíba, a começar pelas principais lideranças políticas que já estão de palanques montados rumos às eleições de 2018.

O senador Cássio Cunha Lima, um dos principais interessados, resolve seu problema levando o grupo dele de volta ao poder e ao mesmo tempo desaloja o atual inimigo maior em nosso estado, o governador Ricardo Coutinho, a quem já ajudou a manter tanto poder conquistado, do trono do Palácio da Redenção.

O prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo, vai estar dentro do governo através do irmão Lucélio, que pode ser vice na chapa, e permanecer mais dois anos na administração da capital paraibana.

Essa ideia que já está sendo comentada em toda Paraíba, até mesmo porque o cabeça da chapa Romero Rodrigues, prefeito de Campina Grande, cidade acostumada a interferir no resultado de várias eleições,vem fazendo visitas de cortesia a pontos estratégicos de sua próxima jornada política, seja em João Pessoa, seja no interiorzão.

Há quem acredite também que a feitura dessa chapa resolve os problemas de alguns setores que não gostariam de ter o deputado peemedebista Manoel Junior no comando da administração pessoense.

A chapa tão falada, sobretudo em Campina, parece ser uma solução quase perfeita. Não é perfeita por conta da situação atualmente verificada bem dentro da política paraibana.

Todo paraibano sabe que as acomodações políticas estaduais se modificam ao sabor do vento. Tudo muda muito de repente, até mesmo as articulações movidas entre figuras importantes que mantém grau de parentesco e outros planos de alcançar mais poderes.

O que tanto se comenta em Campina Grande, de onde vem essa solução, é que Lucélio Cartaxo pode aparecer na chapa construída pelo PSDB como vice e que Romero Rodrigues não abre mão de interferir no processo rumo á campanha do próximo ano.

Ainda não se sabe o que prefeito da capital, Luciano Cartaxo, acha desse assunto.

Reside ai o "quase" dessa história que ouvi de alguém que acompanha muito de perto a trajetória do ex governador e hoje senador Cássio Cunha Lima, durante a semana passada, quando estive em diversos recantos da famosa Rainha da Borborema.


MORBIDEZ QUE É IRMÃ DA PARALISIA

Mesmo sendo uma cidade caótica

E que também expõe suas misérias escancaradamente

Cada vez que vou à Recife me dou conta da sua modernidade, impetuosidade, maioridade,

Embora seja uma capital nordestina.

Até dias desses eu ia usar as coisas recifenses quinzenalmente, exausto dessa realidade repetitiva, mórbida e politicamente engavetada em que estamos metidos.

Recife me interessa, sobretudo, porque tem uma gente orgulhosa de si mesma, que não pede desculpas a ninguém por ser do jeito que é, nem diz que possui o que jamais viu...

Não é sem motivos que Recife continua sendo a sede da capitania hereditária.

A sede da capitania é, sem dúvidas, infinitamente maior de cabeça e liberdade no agir. 


É MELHOR VOLTAR PRO MOVIMENTO!

Pensando bem, não há outro caminho a seguir. O Movimento social espera o retorno às origens de todos aqueles cidadãos que um dia alcançaram o poder máximo no Brasil e hoje se deparam com a realidade de um golpe cometido pelo parceiro que lhes garantia montanhas de votos a cada vitória obtida nas urnas.

Enquanto a deputada socialista Estela Bezera e o governador paraibano Ricardo Coutinho não decidem como vai funcionar a chapa do PSB na eleição de 2018, se vai ser puro sangue ou seguirá fazendo alianças que se desfazem logo após as urnas serem contadas, o jeito é voltar ao começo dessa história.

Até mesmo os socialistas podem fazer esse contato mais direto com os setores populares, haja vista que embora continuem ocupando birôs influentes na Paraíba, conseguem em meio ao caos nacional manter a esperança do PSB estar num dos palanques presidenciáveis no próximo ano.

As recentes falas da deputada feminista Estela Bezerra sugerem exatamente isso.

Ela na cabeça e Ricardo Coutinho concorrendo a um lugar no senado.

Estela não falou exatamente assim, mas entendi desse jeito e acredito que suas declarações recentes devem ter ecoado Paraíba afora seguindo essa progressão infinita de reinterpretações sobre o que a deputada de Ricardo falou para a imprensa.

A essa altura dos acontecimentos de nada adianta as lideranças e demais cabeças pensantes que até o ano passado comandavam o poder, a partir de Brasilia, continuarem resmungando contra o golpe e atuarem sem espaços no movimento social.

Será que de tanto fazerem a linha autoridades viraram anônimos em meio à multidão indignada diante do que vê na televisão, mas que não ousa sair às ruas novamente?

A campanha de 2018 se avizinha e vai decidir quem será o próximo dirigente do país também.

Não foi à toa que a deputada de Ricardo Coutinho falou abertamente sobre aquilo que realmente pensa...

A ideia de retorno aos movimentos sociais e de uma revisão sobre tudo que vem acontecendo aos grupos progressistas, vem de encontro até mesmo aos petistas que já não se debruçam em sua janelas vociferando impropérios contra o que chamam de golpe, mas de "refundar" toda a barca que quase afundou diante dos olhares incrédulos de toda nação. 


Cabe na FOLIA DE RUA

Em meio à eterna discussão nunca definida sobre quais as atrações que a população pessoense merece assistir durante as prévias carnavalescas

Surge Claudinha como mega atração do Bloco dos Atletas. A cantora baiana Cláudia Leite certamente vai fechar a orla pessoense.

E quando ela passar montada no trio elétrico ninguém vai resmungar nada de nada.

Os tradicionalistas engolirão em seco e os mudernetes cairão no axé cada vez mais inserido em outros lances musicais, produção de eventos, moda, espaços na tevê e no cinema.

A programação já tá sendo amplamente divulgada pela organização da Folia de Rua.

No próximo ano ficaremos novamente conversando no Face sobre essa velha história de falta de verba e outras pendências nunca resolvidas pelo comando do evento que "mudou" a cara do carnaval de João Pessoa.

No mais,a gente se encontra por ai e não faz cara de espanto. Pois até isso anda meio demodê por aqui

Quase tudo cabe no reino das indefinições e palanques eleitorais eternamente armados.

Em certos anos o carnaval vira palanque sim. O que não é o caso de 2017, que pelo visto será modesto por inteiro...

Obs; Isso sem falarmos na Joelma, que não virou cantora gospel e mantém grupos de tietes aqui por anos a fio.